Asteroides são corpos menores do Sistema Solar, enormes com centenas de quilômetros, também chamados planetoides.  O maior asteroide do nosso Sistema Solar chama-se Vesta com aproximadamente 560 km de diâmetro , seguido por Pallas e Higia com 520 e 410, já foram catalogados mais 600 mil asteroides. O perturbador é que milhares são desconhecidos pela comunidade científica geralmente descobertos quando estão muito próximos da Terra, o asteroide Eros um dos mais conhecidos com sua órbita excêntrica se aproxima periodicamente da Terra, Vênus e Mercúrio. Segundo teorias mais modernas os asteroides seriam o resultado das condensações  da nebulosa solar original, mais que não conseguiram aglomerar toda matéria  em volta na forma de um planeta por perturbações  gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter. Existe outra teoria que afirma que havia um planeta na região de Júpiter  e Marte, destroçado pela sua proximidade com o Gigante Gasoso.

O asteroide Apophis – O destruidor com 1.050 metros de diâmetro . A Nasa sabe o bastante de um asteroide se aproximando que pode colidir com a terra ? Segundo estudos ele   se aproximará a uma velocidade 19.400 milhas aéreas, dados de monitoramento a princípio haveria uma grande possibilidade de colisão em 2029, dados adicionais descartaram essa possibilidade, mais o potencial de uma colisão com a Terra em 2036 é altíssimo, atualmente está no topo da lista da Nasa com mais 3.800 asteroides próximos a Terra, identificados pela agência americana, a Nasa aguarda  através de observações continuas de telescópios óptico  e de rádio para excluir o asteroide como uma ameaça, do contrário em 2018 vão lançar uma missão, um rádio transponder que será colocado em sua órbita ou na sua superfície para determinar a posição do asteroide em 2029 com exatidão de umas centenas de metros, se um impacto  parecer favorável, um foguete seria  lançado para desviar o asteroide, segundo o cientista Schweickart essa missão em construir, lançar  e concluir com êxito teria que ser antes de 2029, se atrasar essa construção devido às leis gravitacionais e da mecânica orbital, seria impossível deslocá-lo. As consequências de uma possível colisão nos dias de hoje seriam surpreendentes, o material jogado para fora da atmosfera da Terra, teria  como consequências uma chuva de volta para Terra, enchendo o céu com bolas de fogo ardente  e incinerando uma área talvez tão grande como a Índia ou o dobro da tamanho da Europa, a poeira de tal explosão iria  bloquear a luz solar durante muitos meses, matando a vida vegetal e animal na superfície do planeta, caso ocorra a colisão ele penetraria na atmosfera com uma velocidade de 28.000 quilômetros por hora, explodiria com uma força  de 870 megatons uma explosão 58.000 vezes mais potente que a bomba atômica  sobre Hiroxima. Provavelmente o Apophis atingiria o Oceano Pacifico enviando ondas do tsunami monstruosas com um quilômetro de altura, atualmente ele está a 40 milhões de milhas da Terra.

A agência americana Nasa fica cautelosa em afirmar o grau de perigo que estamos correndo, muito se omite das populações mundiais, mais a muitos anos  vem se observando uma grande movimentação em território americano de construção de abrigos subterrâneos, veemente negado pelo governo, já os Russos afirmam categoricamente o Apophis irá se chocar com a Terra em 2036, os russos mostraram um pensamento divergente, pois sustentam que a passagem que ocorrerá  em 2029 será dez vezes mais perto que a distância entre a Terra e a Lua, já é garantida de que a ressonância gravitacional com a terra devido ao seu tamanho e peso e certamente que cairá  em 2036, a comunidade de cientistas russa e a agência espacial estão muito preocupados.