Certamente você já ouviu falar muito sobre o Triângulo das Bermudas, em livros, filmes, histórias fantásticas contadas sobre desaparecimento de navios, aviões e pessoas. Situado entre a Flórida , Porto Rico e Ilhas Bermudas. Porém existe outro lugar na Terra com as mesmas características situado na Ásia, com o número de desaparecimento muito superior que os do Triângulo das Bermudas, conhecido também como O Mar do Diabo (魔の海, Ma no Umi?), Triângulo do Dragão ou do Pacífico . É uma região do Pacífico ao redor da Ilha Miyake, cerca de 100 km ao sul de Tóquio. Um dos lados do triângulo pode estar na ilha de Guam. Apesar do nome ser usado pelos pescadores japoneses, não aparece nas cartas náuticas.

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Entre os fenômenos reportados no Mar do Diabo estão as perdas de barcos e aviões (mais do que no Triângulo das Bermudas), numerosos navios fantasmas, barcos não identificados, OSNIs e perdas de intervalos de tempo, uma região que aterroriza pescadores, Comandantes de Navios devido à lenda que os cercam, curiosamente , o Triângulo das Bermudas situa-se diretamente na mesma linha de latitude do triângulo do dragão, 35 graus. Estas duas áreas estão entre as mais profundas do mundo e permanecem inexploradas até hoje. Fenômenos ocorreram lá com uma frequência muito maior do que no Triângulo das Bermudas. Desde a 2ª Guerra, desapareceram mais de 1500 navios e centenas de aeronaves militares, comerciais e civis! É estranho o Triângulo das Bermudas ter recebido muito mais espaço na mídia do que o Triângulo do Dragão.

As duas áreas apresentam águas extremamente profundas. O leito marinho no Triângulo das Bermudas possui algumas áreas rasas, mas que em certos pontos sofre uma acentuada depressão. A trincheira submarina ao norte de Porto Rico que se estende até o Caribe, está entre as mais profundas do Oceano Atlântico. Nos limites do Triângulo do Dragão, existem grandes recessos de profundezas oceânicas – os cânions submersos de Ogasawara, as trincheiras submarinas das Filipinas e é claro as Fossas Marianas. Em 1960, o batiscafo americano Trieste tocou o fundo das Fossas Marianas determinando que a profundidade máxima é de 36,198 pés. Se o Monte Everest, que tem 29,028 pés de altura, fosse depositado nesse abismo, ele ainda ficaria submerso por mais de uma milha.

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Em 1989, Charles Berlitz publicou um livro chamado “Triângulo do Dragão” , que afirma que esta região do Pacífico em torno da ilha Miyake (Japão), cerca de 100 quilômetros ao sul de Tóquio , é altamente perigosa e mais misteriosa do que a famosa área do Triângulo das Bermudas. Ele descreveu todos os tipos de fenômenos e desaparecimentos embora muitos deles tenham sido oficialmente refutado por incorreta ou mesmo falsas, o livro aborda também o desaparecimento da aviadora Amelia Earhart, em 1937, em uma queda no meio do Triângulo do Dragão. A morte de Amelia é um mistério da aviação que nunca foi solucionado.

TEORIAS A RESPEITO DO TRIÂNGULO DO DRAGÃO

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Há muitas explicações possíveis para os sumiços inexplicáveis na região. Para os entusiastas da ufologia, há uma teoria que diz que existe uma base extraterrestres nas águas profundas da área, e que os extraterrestres ao submergir perto de embarcações fazem elas afundarem.

Outra teoria defendida por essa linha é que os OVNIs abduzem os tripulantes das embarcações e fazem com que eles virem navios fantasmas navegando no mar do pacífico.

A presença de ondas triangulares também podem ser a explicação para o fenômeno. Seriam ondas que chegam a três metros vindo de direções diferentes, e que ao se juntarem criam ondas que chegam até 30 metros de altura. Essas ondas gigantes poderiam fazer os navios afundarem.

Como a área é uma das regiões com uma das maiores atividades vulcânicas da Terra, as águas profundas do Triângulo do Dragão poderiam abrigar placas tectônicas gigantes que se movem com as erupções vulcânicas submarinas. Isso poderia fazer o mar ser instável e mortal.

A declinação magnética também é apontada como uma possível causa. Uma declinação de 6 graus poderia causar uma pane nos aviões e navios.

Um buraco negro no oceano também está entre as teorias. Este buraco seria uma espécie de anomalia magnética que “puxa” tudo para si, como se fosse um imã.

O fato é que os mistérios em torno do Mar do Diabo continuarão a intrigar a humanidade e amedrontar aqueles que passam pelo local, estejam em embarcações ou aeronaves.

Segundo relatos a região possui centenas de avistamentos, de luzes, objetos de origem desconhecida, clarões nas profundezas do oceano, o mais perturbador é quando profissionais com credibilidade,  como pilotos  de aeronaves comerciais, mesmo no anonimato por medo de exposição na mídia,   relatam experiências vivenciadas, uma das relatadas que impressiona os Teóricos da Conspiração, em um vôo  comercial  noturno de rotina, com as condições atmosféricas , na hora chovia, trovoadas esparsas, a tripulação vislumbrou na proa do jato um imenso buraco onde do outro lado as condições  eram totalmente diferente, eles viram o mar calmo, sem nuvens e o mais chocante  era dia.

Os Desaparecimentos

O vôo  do Boeing 707-323C com o prefixo PP-VLU, operado pela companhia aérea brasileira Varig, ficou famoso no ano de 1979. O avião cargueiro decolou do Aeroporto Internacional de Narita, em Tóquio, pouco antes das 20h30min do dia 30 de janeiro de 1979. O destino final era o Aeroporto Internacional do Galeão. Vinte minutos após a deixar o Japão o comandante Gilberto Araújo da Silva fez seu primeiro contato com a torre de controle e não relatou qualquer problema. O segundo contato deveria acontecer às 21 horas e 23 minutos, mas ele nunca foi feito. O avião desapareceu meia hora após a decolagem, sobre o Oceano Pacífico, e nenhum destroço ou sinal de queda foi encontrado. Ele transportava 153 quadros do pintor Manabu Mabe, avaliados na época em mais de 1,24 milhão de dólares. O relatório final da Varig sobre o caso diz “Não foi possível encontrar nenhum indício que lançasse qualquer luz sobre as causas do desaparecimento da aeronave”.

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Outro grande mistério não solucionadas foi o desaparecimento da aviadora norte americana, Amelia Earhart, em 1937, quando Atravessava o Triângulo do Dragão. O sumiço  de Amelia é um mistério da aviação que nunca foi solucionado.

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Navios Desaparecidos

São centenas e centenas os casos de navios desaparecidos no Triângulo do Dragão, como exemplo:

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– Em 19/04/1949, o Sorucio Maru 1 desapareceu com uma tripulação de 23 homens.
– Entre 1952 e 1954, o Japão perdeu cinco embarcações militares com um total de tripulação desaparecida que supera 700 pessoas. (isso segundo Charles Berlitz)
– Em 08/06/1985, o Shofunco Maru 5 desapareceu com uma tripulação de 29 tripulantes
– Em 17/07/1963 foi a vez do Doman Maru

Muitos concluíram que ele foi destruído por uma erupção em uma missão de investigação sobre a atividade de um vulcão submarino, o Myōjin-shō, a uns 300 km ao sul do Mar do Diabo. Alguns restos foram recuperados. Outros não se convenceram disto e preferem creditar o desaparecimento ao sobrenatural.

Devido a importância do evento para os japoneses, foi erguido em Tóquio um monumento aos quer perderam a vida neste misterioso naufrágio.

Muitos outros casos são relatados anualmente, a maioria sem deixar vestígios. São centenas e centenas os casos de navios desaparecidos no Triângulo do Dragão, como exemplo:

O mais famoso é o desaparecimento do navio de pesquisa japonês Kaiyo Maru No. 5. que em 24 de setembro de 1952 estava no Triângulo do Dragão com a missão de investigar as inúmeras perdas de navios na região. De repente e sem aviso, ele desapareceu para sempre, com uma tripulação de 22 homens e 9 cientistas. No relato oficial do acidente, a guarda costeira japonesa afirmou: “É preciso investigar como, onde e porque ele desapareceu, pois não existem testemunhas nem sobreviventes.”

Muitos concluíram que ele foi destruída por uma erupção em uma missão de investigação sobre a atividade de um vulcão submarino, o Myōjin-shō, a uns 300 km ao sul do Mar do Diabo. Alguns restos foram recuperados. Outros não se convenceram disto e preferem creditar o desaparecimento ao sobrenatural.

Devido a importância do evento para os japoneses, foi erguido em Tóquio um monumento aos quer perderam a vida neste mister

Ainda hoje, apesar de todos os tipos de mais ou menos científicas explicações, inclusive, o sequestro, os buracos negros, “portais dimensionais”, abduções, tornados, tsunamis, maremotos, experiências militares … até mesmo as companhias de seguros de fraude, o mistério do que realmente acontece nesta área permanece sem explicação.