Um dos maiores mistérios da Ufologia mundial ocorreu em Varginha, sul do estado de Minas Gerais, município conhecido como centro de região produtora de café . O fato ocorreu em 20 de janeiro de 1996 . Segundo uma testemunha, nove dias antes do incidente de Varginha, as autoridades brasileiras já tinham sido alertadas antecipadamente pelo NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) sobre prováveis invasões do espaço aéreo brasileiro, com sobrevoos na região do sudeste de Minas Gerais, devido à região ser palco de centenas de avistamentos, as autoridades aeronáuticas monitoram constantemente a região a muito tempo silenciosamente.

O Caso 

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As irmãs Liliane Silva e Valquíria Silva, além da amiga de ambas, Kátia Xavier, moradoras da cidade de Varginha, testemunharam que ao passar próximas a um terreno baldio no bairro Jardim Andere, avistaram uma criatura ou ser de singular aspecto humanóide ou antropóide, com características físicas marcantes e excêntricas, entre elas pele de cor marrom, de aparência viscosa ou oleosa, magro, com olhos grandes e de cor vermelha e três protuberâncias na parte superior da sua grande cabeça.

Na época do fenômeno, as  três garotas, visivelmente abaladas emocionalmente, reafirmaram este relato diversas vezes, acrescentando inclusive (o que segundo ufólogos não é raro no que chamam de contatos de terceiro grau) o relato de comunicação via “transmissão de pensamento” entre elas e o ser envolvido no evento, ou seja, elas afirmaram que perceberam claramente ser um inteligível “pedido desesperado de socorro” da criatura.

A polêmica envolvendo o caso Incidente de Varginha chegou ao ponto da mãe das irmãs Liliane e Valquíria afirmar que sua família foi submetida a uma tentativa de suborno, quatro homens vestidos de terno preto e gravata, visitaram a casa delas e ofereceram uma quantia generosa de dinheiro. Em troca, eles queriam que as meninas passassem a negar o caso, principalmente para a imprensa. Luíza, a mãe, denunciou a tentativa de suborno, posteriormente, aos pesquisadores do “Caso Varginha”.

A mídia em geral informou que várias testemunhas do município de Varginha ,também afirmaram ter visto a tal criatura no mesmo dia em que as três garotas teriam visto ,a tal criatura. Também notaram uma movimentação anormal de patrulhas da Polícia Militar, veículos do Exército e do Corpo de Bombeiros no município.

Um casal de testemunhas, que também não tinham qualquer tipo de ligação com Liliane, Valquíria e Kátia, também afirmaram ter visto um OVNI esfumaçado, e uma testemunha afirmou ter presenciado até a queda de uma nave e seus destroços sendo recolhidos por militares, na mesma região de Varginha.

Segundo os relatos de testemunhas do fenômeno, pelo menos uma das criaturas capturadas possuía as seguintes características:

Cabeça grande e careca;
Olhos grandes e vermelhos;
Boca pequena, língua preta, estreita e comprida;
Três saliências na cabeça parecidas com chifres, uma no meio e duas aos lados;
Pele marrom ou castanha escura, de aspecto oleoso;
Veias salientes e vermelhas no rosto, ombro e braços;
Três dedos nas mãos e pés grandes com dois dedos e sem unhas;
Aproximadamente 1,6 metro de altura;
Produzia um som parecido com zumbido de abelha;
Segundo testemunhos, homens do Corpo de Bombeiros estiveram nos locais onde houve avistamentos, os militares locais ajudaram na captura dos seres humanóides inteligentes e pelo menos um deles ainda com vida foi levado rapidamente ao hospital local.

Enfermeiros e médicos do Hospital Regional de Varginha, que atenderam na emergência relataram que o estado de saúde de um dos seres extraterrestres era crítico e que tinha um cheiro muito forte.

Segundo relatos de oficiais militares na época dos avistamentos dias antes, os radares de Vigilância do Centro de Controle de Brasília, responsável pelo controle de vôo da região sudeste, militares americanos estavam monitorando o ovini  deslocando se em território Brasileiro, segundo relatos de militares ,a aeronáutica teria sido avisada dias antes da queda, após o alerta radares começaram a observar o alvo se deslocando, diferente dos aviões monitorados comumente com um comportamento errático de vôo, parecia que tinha algum problema, foram varias tentativas de comunicação sem sucesso até o desaparecimento completo das telas dos radares.

O Corpo de Bombeiros

Às 08:00hs da manhã do dia 20 de janeiro de 1996, o corpo de bombeiros de Varginha, em Minas Gerais, recebia uma chamada telefônica anônima. A pessoa pedia aos bombeiros que investigassem uma estranha criatura vista em um parque no norte do distrito Jardim Andere. Duas horas depois, os bombeiros chegavam ao Jardim Andere para fazerem a busca no parque. Como esperavam encontrar um animal selvagem, levaram equipamentos apropriados como jaulas e redes. Segundo os jornalistas, que entrevistaram várias testemunhas oculares, os bombeiros subiram por uma encosta íngreme até as áreas mais arborizadas do parque, onde ficaram estupefatos diante de uma extraordinária visão, diante deles murmurava um bípede de um metro e meio de altura, com olhos vermelhos e pele oleosa e marrom. As testemunhas disseram que a criatura possuía 3 protuberâncias na testa e uma pequena abertura em seu rosto parecida com à uma boca. Disseram também que produzia um estranho som semelhante ao zumbido de abelhas e parecia estar ferida.

Enquanto os bombeiros capturavam a criatura ,o chefe do grupo entrou em contato com a base militar, que fica perto do local. O comandante da base, o general Sérgio Coelho Lima, rapidamente enviou as suas tropas para isolarem o parque. Um homem, o operário de construção Henrique José, testemunhou todo o incidente do terraço de uma casa vizinha ao parque e mais tarde, contou aos investigadores que quatro bombeiros encurralaram a criatura com suas redes, aprisionaram-na em uma caixa de madeira e depois a entregaram aos militares. O general Lima ficou satisfeito com a eficiência da operação, tentou acobertar de todas as maneiras a captura muito em breve ficaria decepcionado pois a história não tinha parado por aí mais  tarde, no mesmo dia, foi informado de uma outra estranha ocorrência ligações telefônicas informavam que algumas meninas tinha tido um segundo encontro outra criatura tinha sido avistada por elas.

A primeira criatura capturada no Sábado de manhã, foi levada para a Escola de Sargentos de Três Corações, ao sudeste de Varginha. Contudo, nenhuma das autoridades que intervinham no caso revelaram o que ocorreu depois. Sabe-se apenas que um policial que esteve presente no incidente do Sábado de manhã tinha sido ferido pela criatura.

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O policial militar, Marco Eli Chereze, que capturou uma das criaturas, na noite do dia 20 de janeiro de 1996, submete-se a uma cirurgia para retirar uma pústula da axila esquerda. Com fortes dores e início de paralisação, é internado e morre oito dias depois (15/02/1996), de tromboembolia séptica pulmonar, conforme conclusão de necropsia. No sangue é constatada a presença de 8% de cultura desconhecida, uma vez que o policial fora vítima de infecção generalizada, quando a sua família pediu mais informações, as autoridades médicas negaram-se a fornecê-las.

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A segunda criatura fora internada no hospital regional de Varginha na últimas horas da tarde. Testemunhas do hospital Humanitas disseram que a criatura não resistiu e que foi declarada morta às 18:00hs daquela tarde do dia 22 de janeiro. Logo em seguida, pelo menos 15 médicos, vários oficiais militares, policiais e bombeiros entraram no quarto onde jazia a criatura em um ataúde de madeira. Em seguida, a tampa do ataúde foi aparafusada e dois militares com máscaras e luvas envolveram-no em um invólucro de plástico negro antes de guardá-lo em um caminhão estacionado do lado de fora. Bem cedo na manhã, um comboio de caminhões militares saiu de Varginha. Acredita-se que a criatura tenha sido transportada para a Unicamp, a 320km ao sul de Varginha, Exército segue para Campinas, onde deixa as criaturas na Escola Preparatória de Cadetes, naquela cidade do interior paulista. Mais tarde, a criatura é transferida para a Universidade de Campinas (UNICAMP), em um subterrâneo no HC (Hospital das Clínicas), onde foi entregue para o médico legista doutor Fortunato Badan Palhares, que juntamente com o doutor Konradin Metz e uma equipe de médicos (cada um dentro de sua especialidade) iniciaram os trabalhos de necrópsia e experiências com a criatura viva. Os funcionários do laboratório onde trabalhava o doutor Badan Palhares estranharam o fato de que, na chegada dos seres, foi solicitado para que todos se retirassem do recinto, fato este que jamais tinha ocorrido em situações anteriores, vários militares que trabalham na Nasa aparecem para acompanhar, e apoiar os militares brasileiros.

O acobertamento 

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 O comandante da ESA, o general de brigada Sérgio Pedro Coelho Lima reuniu a Imprensa e leu uma nota de esclarecimento, informando que nenhum elemento ou material da Escola de Sargentos das Armas teve qualquer ligação com os fatos aludidos. Ao terminar, o repórter da EPTV perguntou onde estavam os outros militares citados. Ele respondeu: “Trabalhando, em prol do Exército e em prol da nação”. “O Sr. tem como provar?, perguntou o repórter. “Provar para quem? Não temos que provar nada e, o que eu tinha a falar foi lido nesta nota”, respondeu o general Lima, após o que, virou as costas e saiu, deixando os repórteres totalmente convencidos de que realmente algo acontecera em Varginha.

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Após mais de vinte anos o exército Brasileiro nega qualquer envolvimento sobre os fatos ocorridos em Varginha, segundo eles tudo não passou de uma história fantástica arquitetada por entusiastas em ufologia.