O Planeta Terra está morrendo lentamente e um dia vai se parecer com o Planeta Marte, as águas estão se esvaindo dia após dia, o hidrogênio e o Hélio  estão  se perdendo no espaço, a gravidade não está segurando atmosfera, tem se notado uma diminuição da força da gravidade do Planeta.

Massa adquirida do espaço 

– O Planeta Terra ganha cerca de 40 mil toneladas de poeira por ano, que são restos da formação do sistema solar. Esses resquícios são atraídos pela gravidade e se tornam parte da matéria do nosso planeta. Na verdade, a Terra é feita disso.
– De acordo com a NASA, o Planeta Terra ganha cerca de 160 toneladas de matéria a cada ano por causa do aumento da temperatura global. Se nós adicionamos energia a esse sistema, a massa sobe mais.

Perdendo Peso

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A perda de massa: cerca de 95 mil toneladas de hidrogênio e 1,6 mil de hélio escapam da Terra por ano. Eles são muito leves para que a gravidade consiga puxá-los, por isso se perdem no espaço.

Consequências 

Embora a perda de hidrogênio seja extraordinariamente grande – 95 mil toneladas por ano – a quantidade do gás presente na Terra é tão grande que levaria trilhões de anos para o esgotamento.

O Hélio é outra história. Ele representa apenas 0,00052% do volume da nossa atmosfera. É obtido principalmente através de um processo chamado de destilação fracionada e devido à sua utilidade está se tornando cada vez mais escasso em nossa atmosfera.

Para Robert Richardson, ligado à Universidade de Cornell e ganhador do Premio Nobel de Física “a situação da reserva de hélio atmosférico é tão preocupante que cada balão de festa preenchido com o gás deveria ser acompanhado de uma etiqueta de 100 dólares”.

Oxigênio está diminuindo no Planeta 

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Segundo pesquisadores o oxigênio do Planeta está significamente desaparecendo, e até agora não se sabe a razão, hipóteses prováveis são: Aquecimento global, destruição das florestas, No entanto, após a revolução industrial, quando houve grande queima de combustível fóssil, o mar estava esfriando lentamente. Esse choque poderia ter criado uma reação ecológica que começou a utilizar o oxigênio da Terra.

Atualmente, o ar que respiramos contém 21% de oxigênio, além de nitrogênio, argônio e dióxido de carbono. Os efeitos do oxigênio no ambiente não são tão graves comparados com o dióxido de carbono. Porém, seus efeitos impactam sobre a quantidade de luz solar que atinge o solo, e há indícios de que a mudança do nível de oxigênio contribua para a mudança do clima na Terra no passado.

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Apesar da diminuição de oxigênio na Terra, cientistas  deram  um alerta importante: “Estamos consumindo oxigênio a uma taxa mil vezes mais rápida do que antes. Os seres humanos têm criado um curto-circuito no ciclo pela queima de toneladas de carbono. É mais uma indicação da nossa capacidade coletiva de tornar muito mais velozes os acontecimentos naturais da Terra”.

O pesquisador norte-americano Terrence Aym* relata dados que apontam para uma tendência alarmante e ameaçadora à vida: a Terra está ficando sem oxigênio.

A pesquisa de Aym em seu artigo “Os cientistas avisam que o mundo poderia ficar sem ar respirável” usa, entre muitas credíveis fontes científicas, os dados do professor Ralph Keeling, do Scripps Research Institute, que produziu a curva de Keeling, que mede a evolução da oferta de oxigênio na atmosfera. A linha de fundo é que esse gás, essencial para sustentara vida, está diminuindo.

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O artigo afirma que o gás era uma vez tão abundante, que constituía cerca de um terço da atmosfera (agora já baixou para entre 19 e 21 por cento) e que foi responsável pelo enorme tamanho de muitas espécies de animais, e já está chegando a níveis surpreendentemente baixos, de tal forma que as zonas mortas, onde o oxigênio não suporta mais a vida, já começaram a aparecer nos oceanos e têm-se expandido para 4,5 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a metade do território dos Estados Unidos da América.