Estamos caminhando para uma realidade sem volta, o homem em um futuro de médio a longo prazo vai ter que enfrentar seu algoz, sua criação, criatura versus criador, os robôs inteligentes, que pensam e agem sem interferência humana, estamos correndo sérios riscos, seriam essas afirmações um exagero de mentes paranóicas com teorias  loucas ou um futuro sombrio nos espera?

Sem percebermos as máquinas estão nos dominando vagarosamente no nosso dia a dia, infiltrando-se vagarosamente, a dependência na atualidade já está em níveis preocupantes, para os teóricos da conspiração , o problema que ninguém está percebendo é a nossa dependência  em todos setores, tal qual um vírus, poucas coisas atualmente,  se você prestar atenção, não dependem de máquinas ou Robôs, na nossa rotina diária, estamos cercados delas nos controlando, dentro das nossas casas, no trabalho, nos nossos carros e aviões, em tudo, por exemplo, existem médicos que dependem de máquinas Robôs assistentes   para operar um paciente, devido a precisão que elas conseguem executar diversas ações centenas de vezes mais precisas que as mãos humanas, nas indústrias elas já estão tirando o emprego de centenas a milhares de trabalhadores, sito por exemplo a indústria automobilística, admito que sem elas o mundo seria bem pior, e muito menos evoluídos, mas se perdermos o controle e deixarmos elas tomarem as rédeas teremos sérios problemas no futuro, vamos a matéria.

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Inteligência Artificial

Inteligência artificial (por vezes mencionada pela sigla em inglês AI – artificial intelligence) é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software. Também é um campo de estudo acadêmico. Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo como “o estudo e projeto de agentes inteligentes”, onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso. John McCarthy, quem cunhou o termo em 1956 (“numa conferência de especialistas celebrada em Darmouth Colege” Gubern, Román: O Eros Eletrônico), a define como “a ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes”. É uma área de pesquisa da computação dedicada a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas, pensar ou, de forma ampla, ser inteligente. Também pode ser definida como o ramo da ciência da computação que se ocupa do comportamento inteligente ou ainda, o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, os humanos fazem melhor.

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O principal objetivo dos sistemas de IA, é executar funções substituindo os seres humanos, em algumas atividades perigosas, É um conceito amplo, e que recebe tantas definições quanto damos significados diferentes à palavra Inteligência. Podemos pensar em algumas características básicas desses sistemas, como a capacidade de raciocínio (aplicar regras lógicas a um conjunto de dados disponíveis para chegar a uma conclusão), aprendizagem (aprender com os erros e acertos de forma a no futuro agir de maneira mais eficaz), reconhecer padrões (tanto padrões visuais e sensoriais, como também padrões de comportamento) e interferência  (capacidade de conseguir aplicar o raciocínio nas situações do nosso cotidiano).

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O desenvolvimento da área começou logo após a Segunda Guerra Mundial, com o artigo “Computing Machinery and Intelligence” do matemático inglês Alan Turing, e o próprio nome foi cunhado em 1956. Seus principais idealizadores foram os cientistas Herbert Simon, Allen Newell, John McCarthy, Warren McCulloch, Walter Pitts e Marvin Minsky, entre outros. A construção de máquinas inteligentes interessam à humanidade há muito tempo, havendo na história tanto um registro significante de autômatos mecânicos (reais) quanto de personagens místicos (fictícios) construídos pelo homem com inteligência própria, tais como o Golem e o Frankenstein. Tais relatos, lendas e ficções demonstram expectativas contrastantes do homem, de fascínio e de medo, em relação à Inteligência Artificial.

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Os exércitos já possuem protótipos de Robos militares, que irão substituir os soldados humanos em um futuro próximo.

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A companhia Boston Dynamics, dos Estados Unidos, revelou seu mais novo robô-soldado, chamado Petman. O robô antropomórfico, desenvolvido juntamente com o Pentágono, visa reproduzir as ações e os movimentos de soldados humanos.

Hoje temos carros autônomos que dirigem sem interferências humana, aviões que voam sem pilotos e entram em combate, computadores cada vez mais independentes, alguns tomando já pequenas decisões sem interferência humana, processadores altamente inteligentes que em algum momento se replique.

Robôs Replicantes

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Uma máquina autorreplicadora (ou autorreplicante) é uma construção que teoricamente é capaz de autonomamente fabricar uma cópia de si mesma usando materiais brutos pegos de seu meio-ambiente.

Cientistas da Universidade de Cornell, Estados Unidos, criaram robôs modulares que são capazes de construir outros robôs iguais a eles próprios. Os robôs “auto-replicantes” ainda estão numa fase embrionária, mas é inegável que esta é uma demonstração interessante de uma tecnologia que até agora só era vislumbrada pelos cientistas.

Robôs já são muito úteis em operações em ambientes hostis e no espaço. Quando eles se tornarem capazes de se reproduzir – ou apenas de consertarem a si próprios – sua utilidade e a segurança em sua operação crescerão exponencialmente.

Molecubos

Os robôs são feitos de uma série de cubos modulares – batizados de “molecubos” – cada um contendo os mesmos mecanismos  e um programa de computador completo que os torna capazes de se replicar. Os molecubos unem-se uns aos outros, formando um robô completo, por meio de magnetismo, presente nas faces de cada cubo. Uma vez montado, o robô passa a se mover, conseguindo dobrar-se, mover-se e capturar outros cubos.

O robô, ficando na posição de uma torre, consegue montar outro igual a ele próprio capturando cubos individuais que estiverem ao seu alcance. Ele se dobra, pega cada molecubo e os vai depositando, uns sobre os outros. Como ele não consegue alcançar sua própria altura, o novo robô que está nascendo ajuda na tarefa de colocação dos molecubos superiores.

O cinema faz uma espécie de profecia, onde em um futuro longínquo os viajantes e exploradores espaciais, encontram mundos dominados por robôs que se replicam como um vírus, é assustador, controlados por uma inteligência artificial, seria essas histórias uma prévia do que poderia ocorrer em nosso planeta para as futuras gerações?

O vídeo acima mostra mini Robôs autônomos, assustador de uma precisão que impressiona.

Atualmente estamos em um caminho sem volta, já é impossível retrocedermos,  a dependência atingiu a níveis imensos, se estamos no caminho certo, ninguém sabe ao certo, só o tempo dirá….