Homens de preto (do inglês “Men in Black” ou “MiB”) é uma lenda urbana norte-americana ligada à Ufologia, que na cultura popular e nas teorias conspiratórias ufológicas, trata-se de homens trajando ternos pretos e alegando serem agentes governamentais, que tentam assediar ou intimidar testemunhas de OVNIs para fazê-las manterem silêncio a respeito de informações sobre um fato ufológico presenciado por tais testemunhas. Estes homens entram repentinamente em suas casas fazendo-lhes ameaças. Por vezes, sugere-se que eles mesmos sejam extraterrestres. Para outros, seriam alienígenas a serviço de algum governo ou organização de outro planeta.

O termo também é freqüentemente usado para descrever homens misteriosos trabalhando para organizações anônimas, bem como para vários setores do governo, supostamente para proteger segredos ou desempenhar outras atividades estranhas. O termo é genérico, usado para referir-se a qualquer indivíduo incomum, ameaçador ou de comportamento estranho, cuja aparição em cena pode estar relacionada de alguma forma à um avistamento de OVNI.

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Caso da Ilha Maury

Um dos casos de maior repercussão é o “Caso da Ilha Maury”. Dahl vinha em sua embarcação em Tacoma estado de Washington, e então avistou seis objetos a cerca de 600 metros de altura. Com mais 3 pessoas no barco e um cachorro, um dos seis objetos se aproximou e despejou o que parecia ser um tipo de material derretido parecido com alumínio dentro da água, inclusive teria atingido o braço de seu filho uma pequena porção desse material. O caso repercutiu bastante, e a imprensa local queria a amostra do material que Dahl conseguiu recolher logo após os objetos voadores não identificados partirem.
Um homem de preto procurou Dahl em sua casa, e Dahl não achou anormal pois comercializava madeira e era normal pessoas irem procurá-lo. Após convidá-lo para um café, o homem de preto falou sobre o que acontecera naquela noite do avistamento e ameaçou dizendo que para o bem de Dahl e de sua família, seria melhor esquecer o ocorrido. Alem destas ameaças um fato intrigante foi o acidente ocorrido com o avião onde estavam as quatro fotos que tinha tirado e o material que tinha recolhido do mar.

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Dr Hopkins

Outro caso de um encontro com um M.I.B. aconteceu com o Dr. Hopkins, que como hipnotizador estava trabalhando como consultor em casos ufológicos.
Em um determinado dia o telefone de sua casa tocou e o interlocutor do outro lado se identificou como sendo o vice-presidente de um centro de pesquisas ufológicas de Nova Jersey.
O tal homem desejava abordá-lo a respeito de um caso que estava pesquisando.
O Dr. Hopkins concordou em recebê-lo em casa e conversar com ele posteriormente, mas para sua surpresa dentro de pouco tempo o homem já estava batendo à porta de sua residência. Sua mulher e filha não se encontravam naquele momento em casa, portanto Dr. Hopkins ficou só e à mercê daquele estranho personagem.
Este individuo trajava camisa branca, terno preto, sapatos e gravatas da mesma cor, luvas acinzentadas e um chapéu. Consta que durante a conversa, fatos inusitados aconteceram. O homem de preto tirou seu chapéu mostrando uma careca de cor cadavérica, além de algumas vezes passar a mão pelos lábios e as luvas saírem manchadas de algo vermelho parecido com batom.
O Dr. Hopkins ficou bastante perturbado e confuso durante aquela visita, sobretudo, com as ameaças que recebeu.
O Homem de Preto ou M.I.B. ordenou que ele apagasse todas as gravações dos casos ufológicos, que tinham sido feitas com as testemunhas sob efeito hipnótico.
O mais estranho da história ocorreu quando o M.I.B. pegou uma moeda numa das mesas da casa e a desmaterializou em suas mãos perante o assustado Dr. Hopkins.
Completou ainda com a ameaça, que parasse com as suas pesquisas ufológicas, se não o mesmo aconteceria com seu coração.
Profundamente aterrorizado Dr. Hopkins não discutiu com o M.I.B. durante a conversa e nem questionou nenhuma de suas ameaças (ou pelo menos não se lembra disso). Ele apenas obedeceu e apagou todas as fitas que continham os depoimentos das testemunhas sob hipnose e se afastou dos casos que estava pesquisando.
Quando a sua filha e a sua mulher voltaram todas as luzes da casa estavam acesas e elas já o encontraram sozinho profundamente perturbado. Elas ainda constataram marcas das rodas de um carro em uma estrada próxima e uma série de distúrbios telefônicos que começaram a ocorrer logo depois da visita deste “homem de preto”.
Detalhes desta história confirmam que realmente algo de muito grave aconteceu com Dr. Hopkins, não sendo fruto de sua imaginação. Pode-se até pensar que ele teve uma espécie de surto psicótico, mas se ele existiu, foi certamente provocado pela presença do M.I.B.

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Isley Moor

No amanhecer do dia 30 de novembro de 1987 em Ilkley Moor, West Yorkshire, um ex-policial, que chamaremos de Philip Spencer, tirava fotografias do povoado de Menston com sua câmera, quando percebeu que diante dele, a uma certa distância, havia um estranho “ente de aparência esverdeada”.
Após esse avistamento, sua próxima lembrança foi de ter chegado a Menston algum tempo depois, desorientado e confuso.
Nessa mesma manhã levou o filme para revelar e, duas horas depois, quando pegou as fotos, descobriu que a entidade tinha sido fotografada.

Assustado com o estranho “encontro”, procurou o endereço da ufóloga Genny Randles, e escreveu-lhe contando sua experiência. Randles entrou em contato com outro invéstigador, Peter Hough, que sugeriu que o próprio Spencer e a fotografia fossem investigados. O ex-policial concordou em cooperar.

Depois de seis semanas de investigação, Spencer recebeu a inesperada visita de dois homens vestidos com ternos pretos, os quais se apresentaram como Jefferson e Davis, oficiais da RAF. Explicaram a Spencer que deveriam ficar com a fotografia de Ilkley Moor.
Porém, Spencer já havia entregado a foto solicitada para Hough e os dois homens foram embora de mãos vazias.

O que surpreendeu Spencer foi o fato deles saberem a existência da fotografia. Só sua mulher, Peter Hough , Genny Randles e Arthur Tomlinson, outro investigador sabiam do caso.
Hough contactou o serviço de inteligência da RAF para confirmar a identidade dos visitantes. Disseram-lhe que não sabiam quem eram e que não tinham enviado nenhum agente ao seu encontro.

Hough concluiu que Spencer tinha sido vítima de um dos estranhos fenômenos relacionados atualmente com os ÓVNIs: uma visita dos Men In Black (MIB, homens de preto).

O relato de Spencer poderia facilmente ser considerado um delírio, se não fosse pela declaração do doutor Jim Singleton, o psicólogo que fez uma série de testes, onde a autenticidade do depoimento de Spencer é comprovada.
Além disso, a experiência do ex-policial está longe de ser a única.
Os arquivos de muitos pesquisadores do fenômeno OVNI estão repletos de casos semelhantes: ameaçadores homens de preto visitam as suas vítimas com a intenção de exigir-lhes silêncio.

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Robert Richardson

Robert Richardson, de Toledo , Ohio, que em julho de 1967 informou a Organização de Pesquisa de Fenômenos Aéreos ( APRO ), que ele havia colidido com um UFO durante a condução à noite. Durante uma curva acentuada, ele havia sido confrontado por um objeto estranho bloqueando a estrada. Incapaz de parar no tempo, acabou por bater no objeto, embora não com tanta força. Imediatamente com o impacto, o OVNI desapareceu. A polícia que acompanhou Richardson para a cena poderia encontrar apenas suas próprias marcas de derrapagem, como prova, mas em uma visita posterior, o próprio Richardson encontrou um pequeno pedaço de metal que pode ter vindo do UFO.

Três dias depois, às 11 horas , dois homens em seus vinte anos apareceram na casa de Richardson e questionaram-no por cerca de 10 minutos. Eles não se identificaram, e Richardson – para sua própria surpresa subseqüente – não perguntou quem eram. Eles não eram hostis, não deram avisos, e só fizeram perguntas. Ele observou que eles dirigiam em um Cadillac preto de 1953. O número da placa, quando investigado, ainda não havia sido emitido.

Uma semana depois, Richardson recebeu uma segunda visita, de dois homens diferentes, que chegaram em um modelo mais atual. Eles usavam roupas pretas e estavam de óculos escuros. Embora eles falassem Inglês perfeito, o segundo tinha um sotaque um pouco mais acentuado, e Richardson sentiu que havia algo vagamente estrangeiro sobre eles. No início, eles pareciam estar tentando convencê-lo de que ele não tinha batido em alguma coisa, mas então eles pediram para ver o pedaço de metal. Quando ele lhes disse que tinha ido para a análise, um dos homens o ameaçou: “Se você quer a sua esposa continue tão bonita como ela é, então é melhor você entregar o metal.” A existência do metal era conhecido apenas por Richardson e sua esposa, e dois membros seniores da APRO. Nada mas foi revelado em relação ao caso, se o metal foi entregue ou não, tentativas de contato com o Richardson infelizmente sem sucess, o mistério permanece.

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Esse homem foi fotografado varias vezes na Casa Branca