O aquecimento global é um fenômeno que se caracteriza pela mudança climática do planeta, ou seja, o aquecimento elevado modifica o ciclo de vida terrestre. Pode ser causado de forma natural ou por ações do homem no meio ambiente. Suas consequências são muitas vezes desastrosas.

Um dos resultados deste fenômeno é o derretimento das geleiras localizadas na Groelândia, Ártico e Antártida. O mais preocupante deste derretimento é o da Antártida, que já perdeu cerca de 3 mil km quadrados, (conforme foto abaixo) de seu território por conta do degelo.

Atualmente a Antártida é a maior massa congelada do mundo, com 90% do gelo da Terra são 25,4 milhões de quilômetros cúbicos, contendo 70% de toda a água doce do planeta. Seguido pela Groenlândia com a segunda maior reserva de gelo do mundo.

D16BDCA2-9426-4BEC-A16B-C51F6661FCECComparação da Antártida entre 1980 e 2010:

O derretimento na Antártida é uma fatalidade, pois o gelo deste local está sobre as águas, ou seja, ao derreter o nível dos mares pode aumentar significativamente. Se todo o gelo da Antártida derretesse, os oceanos seriam elevados em cerca de 60 metros, cobrindo a região costeira de todo o mundo.

Reação em Cadeia’ –  Cientistas envolvidos nas pesquisas climáticas classificaram o processo como “irrefreável” e explicou que nenhuma ação humana ou mudança climática poderá deter o derretimento, embora ele possa ser reduzido. “O sistema está em uma espécie de reação em cadeia que é irrefreável”, disse o glaciologista da Nasa Eric Rignot, principal autor de um dos estudos. “Cada processo nesta reação está alimentando o próximo.” Segundo ele, limitar as emissões de combustíveis fósseis para reduzir a mudança climática provavelmente não irá parar o derretimento, mas pode diminuir a velocidade do problema.

Virus adormecidos do Homem de Neanderthal 

Uma das grandes preocupações dos cientistas é que com o derretimento das Geleiras e as Calotas Polares, vírus, bactérias e fungos adormecidos a milhares de anos acordem, causando uma grande pandemia global.

Virus gigantes desconhecidos da ciência, esporos poderão causar enormes perdas de vidas, já que não foram errradicados mas sim adormecidos e hibernando em baixo da grossa camada de gelo.

Um exemplo foi a A Gripe de 1918 (frequentemente citada como Gripe Espanhola) foi uma pandemia do vírus influenza que se espalhou por quase toda parte do mundo. Foi causada por uma virulência incomum e frequentemente mortal de uma estirpe do vírus Influenza A do subtipo H1N1. Vitimando entre 50 e 100 milhões de pessoas pelo mundo (ou até 5% da população mundial), foi a pandemia mais letal da história da humanidade. De origem desconhecida, como apareceu sumiu, muitos cientistas têm a certeza que ela hibernava e acordou de um sono de milhares de anos, no Brasil ela chegou em 1919, matando milhares inclusive muitas personalidades da época, poetas, políticos, o mais ilustre dentre todos foi o quinto presidente Rodrigues Alves.

a poucos anos atrás uma equipe de cientistas, foram a Antártida e exumaram um corpo de um homem que segundo os habitantes do lugarejo afirmavam que ele tinha morrido devido à Gripe Espanhola, conseguiram isolar o vírus mortal, e o mais assustador, o  reativaram.

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Neste momento, essas regiões estão desertas e as camadas mais profundas de permafro deixadas em paz, explicou Claverie (cientista epidemiologista), entanto, essas camadas mais antigas podem ser expostas derretimento do gelo, por escavações de minas ou por perfurações de petróleo. Se vírus ou bactérias ainda estiverem lá, isso poderia abrir as portas para um desastre.”
Vírus gigantes podem ser os principais culpados por uma grande epidemia.
“A maioria dos vírus são rapidamente desativados fora de células hospedeiras por conta da luz, dessecação ou degradação bioquímica espontânea”, diz Claverie. “Por exemplo: se o DNA dele sofre danos impossíveis de serem reparados, o vírus não será mais infeccioso. No entanto, entre os vírus conhecidos, o vírus gigante tende a ser mais resistente e quase impossível de quebrar.”
Claverie afirma que vírus dos primeiros humanos a habitarem o Ártico podem ressurgir. Poderíamos até mesmo ver vírus de espécies humanas há muito tempo extintas, como o Neanderthal e Denisovan, que se estabeleceram na Sibéria e foram infectados com várias doenças virais. Restos do homem de Neanderthal de 30-40 mil anos atrás foram encontrados na Rússia. Populações humanas viveram ali por milhares de anos – adoeceram ali e morreram ali.
“A possibilidade de nós pegarmos um vírus de um Neanderthal há muito tempo extinto sugere que a ideia de que um vírus pode ser erradicado do planeta é errada, e nos dá um falso senso de segurança”, pontua Claverie. “E é por isso que deveríamos manter estoques de vacina, para caso voltemos a precisar delas um dia.”

Observe esse vídeo interessante  abaixo,  representando uma simulação de como o Planeta Terra ficaria geograficamente após o total degelo das Calotas Polares.

 

Cromo ficará o Planeta após o Degelo 

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America do Sul

A bacia do Rio Amazonas se uniria com a do Rio Paraguai. Buenos Aires, a costa do Uruguai e a maior parte do Paraguai sumiriam debaixo d’água. Na costa brasileira, praticamente todas as cidades litorâneas também desapareceriam sob as águas, e as “praias” avançariam até a região onde hoje estão as Serras do mar.

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América do Norte

Praticamente todo o litoral do Atlântico iria desaparecer, desde o Canadá, passando pelas cidades de Nova York até Miami, que junto com toda a Flórida, ficaria totalmente submersa. Praticamente todas as ilhas caribenhas desapareciam do mapa, junto com suas mais belas praias. Do outro lado, no Pacífico, Califórnia e São Francisco se transformariam em pequenas ilhas, e o Havaí praticamente desapareceria, restando apenas o topo de suas montanhas mais altas acima do nível do mar.

 

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Continente Africano

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Em comparação com os outros, o continente africano seria o menos afetado. Mas se você já está pensando em se mudar pra lá, pode desistir, pois a temperatura do planeta o tornaria inabitável.

Continente Europeu

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Londres, Holanda, Dublin e boa parte da Dinamarca seriam cidades submersas. O Mar Negro e o Mar Cáspio seriam tomados pelo Mediterrâneo.

Continente Asiático

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China, Calcutá, Bangladesh, com suas superpopulações seriam inundadas, assim como boa parte da Índia. O Camboja viraria uma ilha e o Japão perderia boa parte de seu território. A maioria das ilhas asiáticas também sumiriam debaixo d’água.

Oceania

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A Austrália ganharia um mar interno, quase como uma baía, mas sua área habitável, que hoje abriga 80% de sua população ficaria submersa.

Antártica 

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O continente está coberto com 80% do gelo do mundo. Essa imagem nos dá uma bela visão da Antártica sem todo aquele gelo. Estudos científicos confirmam que desde 1992 o continente perde cerca de 65 milhões de toneladas de gelo por ano.

Conclusão

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Segundo a comunidade científica os efeitos são irreversíveis, nada que fazer, as consequências serão desastrosas para a maioria das populações ribeirinhas, pássaros e animais, o efeito do degelo prossegue em escala crescente, os alertas foram dados a muitos anos, desde que foi percebendo o sumisso  do gelo, infelizmente o capitalismo, a ganância de governos não tiveram interesse em coibir essa tragedia planetaria, tentativas de se criar ferramentas, Protocolos e tratados são feitos para controlar a emissão de gases, mas sem sucesso total, os grandes poluidores atmosféricos mundiais como: EUA e China, simplesmente não cumprem aos acordos, o que ocorre é que eles  impulsionam  suas indústrias, sem a devida segurança, lançando bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Colocando em perigo a sobrevivência humana.