Em 2010, a Nasa, agência espacial dos EUA, lançou ao espaço a nave não tripulada Solar Dynamics Observatory (SDO). Ela é dotada de quatro potentes telescópios que mandam para a Terra imagens em alta definição da superfície do Sol. Com sua ajuda, a Nasa estuda processos solares que afetam a vida no nosso planeta.

 

 

O dispositivo capturou uma cena intrigante em março de 2012. Um misterioso objeto esférico teria ficando conectado ao Sol por 80 horas, saindo da esfera uma espécie de tentáculo onde especulava-se, que estava sugando a energia Solar.

 

 

Depois que ele partiu, a estrela apresentou uma sequência de tempestades e erupções, durante 22 horas. O resultado disso, segundo alguns cientistas, foi o “apagamento” de uma porção do Sol, que ficou com uma mancha preta em sua superficie.

Em janeiro deste ano, o SDO flagrou uma cena parecida: o objeto esférico, 100 vezes maior do que a Terra, foi visto novamente ao lado do Sol. Como na visita de 2012, parecia estar retornando para sugar o plasma solar. Seria uma ilusão de óptica? Um fenômeno natural? ETs?

 

 

A fonte DE ONDE foi obtida essas imagens espetaculares não deixaram dúvidas sobre a sua autenticidade, pois foi nem mais nem menos do que o satélite Observatório Solar Dinâmico [(Solar Dynamics Observatory (SDO] da NASA, talvez o mais sofisticado de todos os satélites de estudos solares com que a ciência/NASA recentemente passou a analisar o comportamento do nosso SOL (lançado há cerca de dois anos apenas).

A Nasa mais uma vez desmente tudo com uma explicação simples

Embora o avistamento tenha rapidamente se transformado em um dos principais tópicos em blogs e fóruns de discussão sobre o tema, cientistas do Laboratório de Pesquisas Navais dos Estados Unidos (NRL) analisaram as imagens e negaram a possibilidade de que se trate de uma nave alienígena.

Segundo os cientistas, a espaçonave não passa de uma coleção de listras luminosas produzidas por raios cósmicos que passaram rapidamente pelo sensor da câmera no momento em que a imagem estava sendo registrada.
De acordo com Nathan Rich, do NRL, conforme um raio cósmico passa pelos sensores da câmera, este deposita uma grande quantidade de sua carga elétrica sobre o pixel atingido por ele e, dependendo o ângulo com o qual o raio incide sobre o sensor, vários pixels acabam afetados, criando imagens como a publicada pela NASA.