Na fronteira da China e do Tibete nas remotas montanhas de Bayan-Kara-Ula uma descoberta realmente incrível foi feita  em 1930 durante a exploração dos túneis interligados. Uma equipa liderada pelo arqueólogo chinês, o professor Chu Pu Tei  foi explorar as cavernas, quando eles se depararam com uma série de locais de sepultamento muito incomum, mas dispostas ordenadamente contendo os esqueletos de criaturas com corpos esguios e crânios desproporcionalmente grandes  pensaram ​​originalmente ser  os restos de macaco  tibetano. Mas esta explicação foi rapidamente descartada pelo fato de que macacos não enterram seus mortos. Depois de mais técnicas,  mais modernas , de testes, levou especialistas a acreditarem que estes restos mortais pertencem a uma raça antiga desconhecida de alguns humanoides.

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Durante a exploração das cavernas acharam pinturas rupestres que retratavam estranhos  seres vestindo capacetes redondos junto com o Sol, Lua, Terra e todas as estrelas sendo conectados por pequenos pontos. Após análises de cientistas chegaram à conclusão  que as pinturas eram uma espécie de mapa, provavelmente, feita por seres inteligentes. A datação do teste de carbono data de cerca de 12.000 anos de idade,  e o fato de que a cavidade craniana desses seres eram tão grandes que indicaria que esses seres eram extremamente inteligentes com a massa craniana extremamente grandes, o que surpreendeu era o tamanho dos esqueletos , eram com mais de três metros de altura .

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Ainda intrigados com a descoberta os pesquisadores ao adentrarem mais a fundo no sistema de cavernas, acabaram por localizar o que aparentavam serem mais sepulturas, intrigados, ao descerrarem uma delas localizaram o corpo de um ser humanoide com estatura baixa medindo entre 1,00 metro e 1,38 metros, assim descartaram se tratarem de crianças, outro fator que chamou a atenção deles foi o tamanho do crânio em relação ao corpo, sendo extremamente desproporcional ao humano, ainda o fato de estarem lado a lado naquela câmara sepulcral, demonstrava inteligência.

Pelas características do crânio, não era humano isso era fato pela própria formação da cabeça, além disso, a estrutura óssea deles se mostrava aparentemente frágil para nossos padrões de rigidez óssea humana.

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A princípio a hipótese mais coerente que seriam uma espécie de primatas não catalogados. Mas primatas tinham cérebro pequeno e não se enterravam entre si. Nem mesmo faziam sepulturas e os enterraria um do lado ao outro. Logo se viu que esses seres não eram primatas.·. Ainda perplexos seguiram em sua pesquisa e continuaram a explorar a caverna atrás de pistas que pudessem esclarecer o mistério ali envolvido. Mais algumas cavernas  adentro foram encontradas as provas de que não eram primatas, mas sim seres realmente inteligentes. Foram descobrindo  desenhos encalhados nas paredes, demonstrando o espaço Sideral.

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Os pictogramas representavam coisas que foram rapidamente identificadas como sol nascente, montanhas, lua, o planeta Terra, as estrelas, com pontos e linhas se conectando entre si.

As Pedras Dropa

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Em seguida foi encontrada semi enterrada um disco de 22,7 cm de diâmetro. No início não havia se dado importância, pois estava no meio da terra e poeira. Então a desenterraram por completo e limparam e se surpreenderam, ao todo são em torno 716 discos de pedra que variam em qualquer lugar de 9 polegadas a 3 metros de diâmetro e 3/4 a 3 polegadas de espessura, com uma espiral gravada indo a partir da borda exterior para o furo no centro do disco. Após análise cuidadosa dos discos, percebeu-se que as espirais gravadas eram na verdade o código para algo, um tipo de linguagem desconhecida para qualquer um no planeta. Os discos passaram a ser conhecida como os Stones Dropa.

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O estranho idioma desconhecido nova escrita remonta a 10.000 ac. A nossa primeira língua escrita que está registrada nos livros de história remonta a 3500 ac. na Suméria e as primeiras inscrições chinesas datam de 1200 anos as.

 O Professor Tsum Um Nui

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O professor  Tsum Um Nui, um dos que em 1962 se interessou pela editoria dos discos, e se propôs a decifrar o significado destes. Ele e seus colegas descobriram que os sulcos espirais não eram simples desenhos, mas também, uma escritura incrivelmente antiga, gravada de algum modo desconhecido e de um tamanho quase microscópico. Se isto for certo, seria a escritura mais antiga do mundo, já que, como exposto anteriormente, os discos tem uma antiguidade de 8.000 a 12.000. Para começar, o professor, com ajuda de uma lupa, foi transcrevendo, minuciosamente os caracteres do disco para um papel.

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Durante este processo, perguntas assaltaram o professor tais como: “Como pode um povo primitivo fazer uns discos tão exatos?”; “Como elaboraram uma escritura quase microscópica?” e “Quem eram e para quê fim produziram essas centenas de discos?”. Uma vez que os caracteres dos discos foram copiados, o professor Tsum Um Nui e seus colegas começaram a árdua tarefa de tentar decifrar seu conteúdo. Finalmente, intercambiando desenho com palavras e frases, chegou a decifrar parte do código ou escritura. Feito isto, se dedicou a ordenar os discos, da forma mais coerente que pôde, e assim, fazer uma transcrição parcial. A história contada nos discos era simplesmente assombrosa.

Assim uma parte pode ser decifrada. Toda a tradução reunida pela equipe foi então traduzida para a escrita chinesa. Mas apenas uma pequena parte foi traduzida, a maior parte continua sem significado, na verdade ficou incoerente. A parte que pode ser traduzida é tão assombrosa que assusta pelo conteúdo. Tão assustadora que depois de traduzida foi recusada pela Universidade que se recusava a aceitar seu conteúdo. A Universidade de Pequim analisou suas pesquisas mas estimaram que os critérios de interpretação careciam de argumentação cientifica. Frustrado pela recusa de publicação, Tsum Ui Nui se exilou no Japão até sua morte, pouco depois.

A Fantástica Tradução 

Uma máquina de viagem intergaláctica (nave espacial) que foi obrigada a pousar neste planeta, justamente nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes interplanetários eram os Dropa (Na língua chinesa, no dialeto Mandarim se pronuncia Djo-Pah). Provenientes de um universo distante e também tendo seu transporte sido danificado, tiveram que fazer uma aterrisagem forçada. O local da aterrisagem foi exatamente perto das montanhas, e com a nave estragada, não podiam mais voltar. Sua máquina voadora estava danificada demais e não podia mais levantar voo e não encontraram aqui material para concerto. Teriam de ficar no planeta e tentar sobreviver. Parecia que não podiam se comunicar com o planeta de origem.·.

Assim os Dropa resolveram se refugiar nas montanhas. Haviam  machos, fêmeas e crianças. E viveram nas grutas e fizeram as galerias das cavernas, onde fizeram as inscrições na parede e fizeram os discos de pedra contando o ocorrido. Suas
intenções eram pacíficas. Tentaram contato com os habitantes do planeta, mas não foram compreendidos. Os humanos que os viram os confundiram com demônios inimigos e armados de lanças os caçaram e mataram a maioria deles. Pois a
aparência dos Dropa era feia e repugnante. E causava temor aos humanos. Pois nunca haviam visto seres com aquela aparência e não compreendiam sua linguagem.

Os confundiam com demônios das antigas crenças religiosas. Os humanos que os Dropa tentaram contatar eram os nativos da tribo Han, que também habitavam em cavernas. Mas em cavernas das montanhas vizinhas. Os Han os consideravam
inimigos que estariam tentando invadir o seu território. Depois de varias tentativas, finalmente os Han compreenderam através de desenhos feitos pelos Dropa e enviados para eles sem que vissem. Por fim, após diversas tentativas de comunicação, os Han conseguiram entender as finalidades pacíficas dos Dropa. Foram admitidos pelos Han e convidados ao seu território. Assim os Dropa sobreviventes puderam viver juntamente com os Han até que todos morreram e foram enterrados nas cavernas onde viveram. Seja qual for à verdade por trás das pedras Dropa, os estudiosos e pesquisadores continuam fascinados com sua existência. A alta concentração de cobalto e a alta dureza delas aumentam o mistério acerca destes objetos. Arqueólogos e Antropólogos continuam tentando saber mais do seu significado. A sua origem continua desconhecida.

O Cientista Russo

Em 1968, um cientista russo chamado W. Saitsew publicou um artigo sobre o tema de extraterrestres visitando a terra em toda a história e algumas das informações foram obtidas a partir dos trabalhos de Nui. Os russos tornaram-se muito interessado nos discos de pedra e mais tarde teve alguns dos discos analisados ​​em um laboratório de Moscou, onde duas extraordinárias descobertas foram feitas. Um, é que os discos continha vestígios de metais, na maior parte de cobalto. Dois, é o facto de que quando os discos foram colocados sobre uma mesa giratória especial, eles cantarolou num ritmo muito raro como se tivessem uma carga eléctrica indo através deles.

Varia tentativas de se localizar os discos todas fracassadas, o governo chinês afirma que desconhece a localização das supostas Pedras, simplesmente desapareceram de todos os museus públicos, hoje só existe registro fotográfico.