Uma publicação do site Gizmodo apresenta trechos de uma reportagem investigativa produzida pela revista Miami Herald’s Tropic, veiculada dois anos após o terrível acidente que vitimou 7 tripulantes a bordo do ônibus espacial em 1986. Segundo a matéria, os astronautas, a professora e demais integrantes da tripulação não teriam morrido com a explosão.

E0FB500D-80B0-43FF-A0E8-417947117F46
De acordo a publicação produzida pelo repórter Dennis E. Powell, que mostra o que seria a verdadeira história sobre o que teria acontecido após a explosão da Challenger, a cabine teria ficado praticamente intacta, se deslocando por quase 5 km antes de começar a despencar. Bem, com isso, a equipe teria sobrevivido e permanecido consciente por mais de dois minutos e meio até o encontro com as águas do oceano Atlântico.

B33BA6C4-B4BD-4473-9F27-89E802BF91DA

A publicação assinada por Dennis Powell apresentou, além de uma análise sobre as possibilidades do que teria ocorrido com o ônibus espacial após o acidente, outros detalhes audaciosos. Relatos de testemunhas confirmaram que a NASA interferiu nos trabalhos de investigação a todo momento. Um desses depoimentos é do comandante da Guarda Costeira, tenente James Simpson, e revela um enorme desejo de encobrir os fatos por parte da agência espacial.
Segundo o oficial, uma embarcação da Guarda Costeira encontrou destroços da cabine no dia seguinte ao acidente. Entre os restos, estavam notebooks, fitas gravadas e outros elementos do compartimento da tripulação. Em meio a esses itens também havia um capacete de astronauta, intacto, com partes de couro cabeludo e orelhas.

A726B855-E2B0-44EE-B059-42B101804B6E
Simpson iria participar de um programa de televisão no mesmo dia para falar das operações de busca e recuperação. Quando acordou, às 4 horas da manhã naquela data, foi informado dos destroços encontrados. Em contato com o responsável por Relações Públicas da NASA na época, que inclusive nem sabia o que havia sido achado, o tenente foi questionado se contaria sobre aquilo na televisão. “Eu falei para ele que, se fosse perguntado, certamente contaria. Disse: ‘A Guarda Costeira não tem interesse em aparecer na televisão para contar mentiras com o intuito de proteger vocês’”, declarou à reportagem.
Depois disso, um membro do próprio escritório astronauta da NASA o contatou e o avisou que as famílias ainda não sabiam que os destroços haviam sido encontrados na noite anterior. Com isso, ele decidiu não mencionar nada no programa. “Eu não queria que eles soubessem pela televisão, então eu menti ao vivo e ainda me sinto mal por causa disso”, revelou à Miami Herald’s Tropic na época.
Segundo o que foi levantado pela reportagem, havia indícios claros de que a cabine dos astronautas não sofreu despressurização súbita. Se isso tivesse ocorrido, o chão do meio do convés teria desafivelado para cima e os astronautas seriam arremessados para fora em poucos segundos, fatos que simplesmente não aconteceram, de acordo com o que foi apurado.

8D92998F-B9A0-4977-B86F-0A015700F063

Sendo assim, é provável que a cabine despressurizou de maneira lenta, se chegou a isso. A equipe então pode ter perdido o acesso ao oxigênio no traje após algumas tomadas de ar. Alguém, provavelmente o astronauta Ronald McNair, chegou a ativar a reserva emergencial pessoal de oxigênio (REPO) do piloto Michael Smith. O único tripulante que estava em local de difícil acesso era o comandante Francis Scoobee, no entanto, como a perda de pressão aconteceu devagar, bastava abrir o capacete para poder respirar novamente. Dois outros REPOs também foram ativados. Já os outros três nunca foram encontrados.
Segundo as investigações, a provável descompressão lenta não seria suficiente para causar danos significativos aos membros da equipe. A última expressão captada pela máquina de gravação da cabine, que foi recuperada no oceano após dois meses do acidente, foi um “Oh-oh”. Isso mostra que os tripulantes provavelmente perceberam o que aconteceu e permaneceram conscientes pelo menos até o início da queda de quase 20 km direto no oceano.

17CAA171-A8B9-40C3-BBD9-3D035037B968

O Dr. Joseph Kerwin, do ramo de Ciências Biológicas da NASA, foi o responsável pelo relatório oficial do acidente. Em uma conferência em julho de 1986, ele afirmou que não havia como determinar as causas das mortes dos tripulantes. Isso deixou os investigadores em dúvida, levantando a suspeita de que a equipe permaneceu viva, mesmo com a possível despressurização da cabine. Um deles chegou a afirmar, categoricamente, que era certo que eles estavam vivos até sofrerem os danos do impacto com a água.
“Se eles tivessem aterrissado de maneira suave, poderiam ter nadado até a terra”. Essa foi a constatação de outro responsável pela investigação. O fato é que a versão apresentada pela revista Miami Herald’s Tropic e detalhes do inquérito foram abafados pela NASA para que se pudesse manter a versão original da história.
O provável motivo foi o de evitar que uma culpa maior fosse colocada sobre a agência, já que revelaria a evidência de que a equipe não possuía equipamentos de segurança suficientes. Ou seja, a organização falhou nas precauções para a possibilidade de um acidente catastrófico, mas passível de sobrevivência — como o que ocorreu. Não havia recursos para impedir a queda brusca da nave nem equipamentos de comunicação emergenciais que ajudassem a manter a equipe viva.

Segundo a publicação do Gizmodo, toda essa manobra foi um misto de arrogância e “grande ideia” por parte da NASA. Trata-se da mesma coisa que permitiu a agência colocar milhares de estudantes para assistirem ao vivo, direto de suas salas de aula, a uma civil, professora, morrer a bordo de um perigoso ônibus espacial.

7 Astronautas Teriam sobrevivido e a Nasa Escondeu afirma a Teoria da Conspiração 

921EE590-5D57-4B01-B36E-3C1DFD6089EA

há referências de que a tripulação sobreviveu a explosão porque uma foto revela que a cabine da tripulação saiu ilesa da explosão veja a imagem com a cabine.

75936183-2D37-4967-A5CC-76F89FDF9AB1

Uma das fotos é de Laurel Clarck O que aconteceu ´foi que os astronautas sobreviveram e a NASA não quis mudar o que parecia uma tragédia belíssima para impulsionar ainda mais o programa, já recebi uma mensagem sobre isso que a NASA mente e usam essas tragédias para ganhar respaldo do público e dinheiro dos congressistas, e isso compromete a NASA porque seria como criar um holograma e as suspeitas podem cair sobre o programa Apollo que já está capengando de tantas fotos falsificadas da Lua.

Agora observem as fotos de cada tripulante e seu sósia com o mesmo nome.

 

01DD05C1-1219-4D75-AC7B-3BCCBB38D6E8

 

C8521C6F-1C73-4A6F-A8A0-99D10E7BCA0A

 

0577D0C6-C43B-4237-9D5E-0676C3F5C800

C3F4B847-35FF-4A74-A1F9-3417CCEC7A38

Então, é estranho que cada um tenha um sósia com o mesmo nome, o que é muita coincidência para quem já conhece as falcatruas da NASA, agora piorou, pois toda a mentira cairá por terra.
Bom, nem esperava por essa quando me enviaram o link do artigo achei se tratar de um artigo falso, só que eles se parecem muito é algo incrível. As pessoas são reais pesquisei na internet e comecei pela professora que foi o símbolo do terrível desastre e achei o link com uma foto dela: http://www.law.yale.edu/news/12311.htm
Usei o photoshop para observar os detalhes e percebi que é a mesma mulher inclusive os cabelos que denunciam a verdade veja a imagem que fiz usando a foto de professora em Yale e outros.

FD9412E6-4104-41F3-A69C-27A27F29736B

A5C2C401-58E5-4EFF-9753-52B87E1B9FADO

642FBDB2-837A-4A4B-86FA-65D2B9B60DC6

Uma conspiração? Sósias envelhecidos? Ou fruto da mente dos teóricos da conspiração? Vocês decidem !!!!!!!!  Até a próxima matéria.