A história sobre a máquina alienígena começou a circular em 2001, quando um satélite espião dos EUA identificou uma anomalia em uma região da Antártida. Depois de algumas pesquisas, foi descoberto uma estrutura artificial enterrada sob 3 quilômetros de gelo. Ao que parece, os americanos tentaram manter a descoberta em segredo. Porém, não funcionou muito bem, e a informação logo caiu nos ouvidos de agentes do governo europeus. E foi aí que o mistério começou.

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O caso passou a intrigar a todos por causa da profundidade em que a estrutura estava. Para que seja possível que 3 quilômetros de gelo se acumulem, são precisos cerca de 12 mil anos para que o processo seja feito. Ou seja, se isso foi realmente uma descoberta arqueológica sem precedentes, o artefato se tornaria a estrutura desenvolvida por outro ser mais antiga já encontrada.

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Além do alvoroço que a descoberta provocou, também houve movimentações por parte dos países que faziam parte do Tratado da Antártida (que proibe a realização de escavações ou construções de edificações na Antártida que não sejam bases de pesquisa científica), que desconfiavam que os EUA não tinham encontrado a estrutura por meio de satélites coisa nenhuma, e sim, por escavação.

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Entretanto, apesar dos protestos dos países europeus, os EUA não deu maiores informações sobre a descoberta e além disso, decidiu continuar com as investigações, enviando um grupo de militares até a região em sigilo.

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Um ano após os EUA dar início as suas pesquisas ocorreu um misterioso acontecimento, envolvendo o suposto desaparecimento de uma equipe de filmagem da TV californiana que estavam na Antártida. A notícia nunca foi divulgada de forma clara e ninguém nunca soube de informações concretas.

Após o ocorrido, militares norte-americanos foram enviados para resgatar os jornalistas, porém supostamente teriam encontrado entre seus pertences um vídeo que confirmava a notícia sobre a descoberta que poderia ser de origem extraterrestre. Ainda no mesmo período, o canal de TV teria dado declarações afirmando que o governo estava tentando impedir que o material fosse divulgado.

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Após o incidente envolvendo  o suposto desaparecimento da equipe de filmagens, um grupo formado por pesquisadores britânicos e norte-americanos teria testemunhado um evento pra lá de inusitado. Enquanto realizavam estudos climáticos nas proximidades de onde a máquina alienígena se encontrava, eles presenciaram a formação de um vórtice sobre suas cabeças. E não se tratava de um vórtice normal, mas de um que permanecia estacionário.

Intrigados, os cientistas decidiram explorar melhor o fenômeno e lançaram um balão meteorológico no interior do redemoinho. O instrumento ficava preso por meio de um cabo e estava equipado com aparelhos que mediam velocidade do vento, temperatura, pressão barométrica e umidade, além de contar com cronômetro para registrar os horários das medições com precisão.
Após recuperar o balão, os pesquisadores descobriram que o cronômetro havia registrado a data “27 de janeiro de 1965”. O mais impressionante é que os cientistas repetiram o experimento diversas vezes, obtendo sempre o mesmo resultado. Assim, eles concluíram que o vórtice provavelmente era um túnel magnético que funcionava como um portal para o passado.

Assim, como o fenômeno foi registrado na mesma área onde a engenhoca alienígena estaria enterrada, surgiu a teoria de que haveria uma relação entre o vórtice e a tal máquina. Além disso, se realmente se formam túneis magnéticos na Antártida que permitem que as pessoas possam voltar no tempo, não é para menos que o Governo dos EUA tente abafar a história. Afinal, um indivíduo mal-intencionado que pudesse viajar ao passado poderia alterar o futuro fatalmente!