O “Caso Berlet” ocorreu em 25 de maio de 1958 (faleceu em 1995), quando o gaúcho Artur Berlet, da cidade de Sarandí – RS, desapareceu por 11 dias.
Segundo Berlet teria sido abduzido e levado para um planeta chamado Acart aproximadamente 65,000,000 km da terra, demorou cerca de 38horas para chegar, onde ficou 11 dias em uma cidade com quase 90 milhões de habitantes. O curioso do fato que conseguiu comunicação com extraterrestres através do idioma Alemão.

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Durante esse tempo, Berlet teve a chance de ver a Terra a partir do espaço. conhecer objetos e tecnologias que só teríamos posteriormente no decorrer do avanço dos humanos.
Após décadas, a fantástica história do gaúcho ainda surpreende a todos. Quem reconstituiu a história desse caso para a RBS foi a professora Ana Berlet, filha de Artur.

O Artur Berlet através de uma aparelho de Acart o qual olhou a terra, disse;
a terra era AZUL.”

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Ok ! parece nada demais, mas o fato é que ele disse anos antes do primeiro homem a ir ao espaço dizer isso (Yuri Alekseyevich Gagarin).

APÓS EXATOS – 3 ANOS E 4 MESES

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12 de abril de 1961, Yuri Alekseyevich Gagarin, cosmonauta russo, realizou a primeira viagem do homem ao espaço na cápsula espacial Vostok 1.
Observando a Terra no interior de sua cápsula espacial Yuri disse: “A terra é azul”.

No dia 14 de maio de 1958, Artur Berlet tratorista da Prefeitura de Sarandi, Rio Grande do Sul.

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Sarandi:

O Município de Sarandi tem seu território formado por terras que, inicialmente faziam parte de Rio Pardo (1809), desmembrado após para o município de Cachoeira do Sul (1819), mais tarde Cruz Alta (1834) e finalmente em 1857, Passo Fundo.

Geografia

Sarandi localiza-se a uma latitude 27º56’38” sul e a uma longitude 52º55’23” oeste, estando a uma altitude de 503 metros.

Possui uma área de 353,39 km² e sua população estimada em 2016 era de 23 222 habitantes.

Sarandi tem uma invejável posição geográfica, pois localiza-se ao norte do estado do Rio Grande do Sul, na Região do Alto Uruguai, às margens da BR-386, a chamada Rodovia da Produção.

 

Arthur Berlet, regressava do interior do município, viajando ora a pé ora de carona, quando, às 19 horas, ao passar pela Fazenda do Dr. Dionisio Peretti, viu uma luz estranha no mato à beira da estrada a uns 200 metros de onde se encontrava. Curioso, atravessou a cerca de arame para ver o que era aquilo e, chegando a 30 metros do foco, constatou que a claridade opaca provinha de um enorme objeto circular, de uns 30 metros de diâmetro, cuja forma lembrava duas bandejas em superposição, Pensou em fugir, mas a curiosidade foi mais forte e ele se aproximou alguns passos.

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Foi quando mais de dois vultos e um forte jato de luz atingiu-o, fazendo perder os sentidos.
A partir daqui o que segue é uma impressionante e detalhada narração sobre uma viagem a outro planeta, outra cultura, outro pensamento, com certeza muito mais evoluído do que aqui no planeta Terra.

Artur Belet, um brasileiro seqüestrado para exames por tripulantes de um OVNI no Estado do Rio Grande do Sul, ouviu de um deles precisamente uma conversa aterradora:

Chegamos à conclusão que vocês não suportarão por durante muito tempo a curiosidade de ver o estrago que fazem todas as suas armas. E quando isso acontecer, não poderão escapar dessa devastação, porque com poucas bombas daquelas (nucleares) contaminarão todo o globo que habitam. Isso acontecido, poderemos apoderar-nos tranqüilamente de todo o globo terrestre, porque os poucos que restarem não nos oporão resistência… Aliás, seria inútil tentar. Quanto à contaminação radioativa dessas armas, para nós não constitui problema, porque temos aparelhagens que neutralizam os efeitos da poeira nuclear….. Nós entraremos em ação assim que a guerra acabar”

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Assim como Pau Ferro, o também tratorista Artur Berlet vivenciou uma experiência sem igual. Raptado para uma espaçonave que o levou a outro planeta, fez contato com seres que por razão desconhecida falavam o alemão. Acompanhe agora este caso histórico pesquisado pela SBEDV, Jorge Geies e Carlos de D. Gomes.
Ao recuperar a consciência, encontrava-se atado num leito tipo cama de hospital. Algumas pessoas se movimentavam, aparentemente alheias à sua presença. Eram altas, mais do que o normal na Terra, claras, cabelos cor de palha.
“Procurei dirigir-me a elas em diversos idiomas. Umas me olharam indiferentes, outras sequer olhavam…”
Pouco depois, Berlet foi desamarrado por dois indivíduos que o levantaram e o levaram a um outro compartimento, onde lhe vestiram uma capa comprida. Sempre amparado pelos flancos, porque ele se sentia muito fraco, os homens o conduziram através de várias salas até uma porta de saída. Surpreso, constatou que a nave estava pousada em solo firme, numa cidade estranha. Sentiu então, grande mal-estar.

“- Tive a impressão de que havia perdido metade de meu peso e, ao mesmo tempo, de que meus ombros haviam aumentado de volume.”

Amparado pelos dois tripulantes, saiu do disco e foi levado, a pé por uma rua estreita, com altos edifícios de cores variadas e intensamente luminososas, até um grande prédio, onde entraram . Alí, foi alimentado com uma espécie de carne e pão. Depois, foi conduzido a outra sala, onde haviam muitas pessoas reunidas.
Tentaram estabelecer conversação com ele, mas não se compreendiam mutuamente. Berlet falou-lhe em Português, Espanhol, Italiano e Alemão. Quando falou nesta última, um deles levantou-se, demonstrando grande alegria, e disse:
“- Deutsch?”

Terminada a reunião, esse homem, que só sabia falar umas três ou quatro palavras em alemão levou-o a um outro edifício. Ali, Berlet tomou um banho de “água tão leve como gás”, vestiu novos trajes que lhe deram e foi conduzido a uma sala, onde várias pessoas, sentadas ao redor de uma mesa retangular, conversavam animadamente.
“- Ao notarem nossa presença, todos, como por encanto, calaram-se e se voltaram para mim!”

Seu acompanhante falou algo com eles e, então levantou-se um homem alto e forte, dizendo-lhe em correto alemão:
“- Sente-se.

Daí em diante esse indivíduo, de nome Acorc, passou a ser seu cicerone, levando-o a visitar aquela e outra cidades de Acart – o nome daquele mundo – explicando-lhe tudo que via e perguntava.
Acart
Exclareceu-lhe Acorc que seu planeta, naquela ocasião, estava a 62 milhões de quilômetros da Terra. Não tem satélites naturais, mas possui duas gigantescas plataformas espaciais girando à sua volta. 0 clima é sempre frio. Os meios de locomoção são aéreos. As cidade são como as nossas, mas as ruas servem só para pedestres. A noite, as ruas não têm necessidades de iluminação, devido ao resplendor das paredes. Para o transporte de pessoas existem naves pequenas, com capacidade para dois até 10 passageiros. São como aviões sem asas, impulsionados por motores solares. Feitas de material muito leve e super-resistentes, podem parar em pleno ar e voar mesmo dentro de uma sala. Os veículos para cargas pesadas são empregados também em viagens espaciais.

Um ano lá equivale a 676 dias da Terra; um mês a 61 dias e 6 horas terrestres; uma semana, a 9 dias e 14 horas; um dia, a 46 horas; e uma hora a 7 horas e 40 minutos. 0 ano acartiano tem 11 meses; a semana 5 dias e o dia 6 horas.

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De olho na Terra

O grande problema de Acart é o da super-população. Por isso, os acartianos estão de olho na Terra. Não para invadi-la à força, pois “eles possuem alto senso humanitário, são muito evoluídos e bons”. Todavia, sabem que os próprios terrícolas se destruirão com suas armas atômicas, o que não vai tardar muito e, então, sem guerra, sem qual quer violência, eles poderão ocupar o planeta morto. A radioatividade não constituirá problema.Seus aparelhos poderão, em poucos minutos, transformar o veneno atômico em fertilizantes para o solo, para vegetação e seres vivos.

A Cidade descrita por Berlet

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Suas armas são apenas duas: desintegradores e neutralizadores solares. Estes últimos também empregados na medicina e na lavoura.
Quanto ao sistema de governo, Berlet não sabe como qualificá-lo. Disse ser uma mistura de sistemas com um nome diferente. Lá não há moeda circulante. O planeta Acart é um só pais, inteiramente habitado. Sua capital, aquela metrópole onde se encontrava, tinha 90 milhões de habitantes! Todos no pais, trabalhavam para a coletividade e têm um padrão de vida elevadíssimo. O governador é eleito cada três anos por um Conselho de 500 membros.

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A viagem de volta

Na volta, a viagem foi mais agradável. Entraram na cosmonave e Acorc, que o acompanharia até a Terra, deu-lhe uma pílula.

“- Terei que fazer a viagem em estado de inconsciência como na vinda?”

“- Não, desta vez não será preciso. Poderá percorrer acordado grandes trechos do percurso sem correr perigo algum. Apenas nas zonas de turbulência magnética, a fim de resistir melhor, deverá dormir: ao sair do campo magnético de Acart, ao percorrer o chamado espaço neutro e ao atravessar as barreiras magnéticas da Terra.”
A pílula, que os tripulantes também tomaram, foi o único alimento durante a viagem.

A nave deixou-o em terra a 5 quilômetros de Sarandi. Seu amigo despediu-se afavelmente à saída do disco. Caminhou com dificuldade 10 passos à frente, sem se voltar, seguindo recomendação de Acorc. Então, parou e olhou para trás, na esperança de ver a decolagem da cosmonave… Mas só havia escuridão! Tudo desaparecera naqueles poucos momentos! Ainda obedecendo recomendações do acartiano, fez todo o percurso a pé até sua residéncia, vagarosamente, levando três horas nesse trajeto que, normalmente, fazia em uma hora apenas.

Na primeira, semana após regresso, permaneceu em casa, até recuperar completamente as energias perdidas e ordenar suas idéias confusas, conturbadas por aqueles oito dias em que viveu a mais estranha aventura de sua vida.
O relato de Artur Berlet, publicado no livro “Da UTOPIA à Realidade, viagem real a um outro planeta”, prefaciado por Jorge Geisel e com epilogo dá W. K. Buhler.

Após 45 anos do episódio (2003), a fantástica história do gaúcho ainda surpreende a todos. Durante o episódio da Guerra no Iraque, a mais moderna tecnologia em comunicação foi utilizada: o vídeo fone, há 45 anos, Artur Berlet descreveu o aparelho da seguinte maneira: (OBS.: Esta narrativa foi retirada do texto original escrito a lápis por Artur Berlet, no ano de 1958 de um aparelho que ele viu no planeta Acart.)

O APARELHO DE COMUNICAÇÃO MISTERIOSO:

‘…. Sentei-me na cadeira indicada por ele, permanecendo atento apenas aos seus movimentos. Daí dirigiu-se ele a uma mesa sobre a qual havia um aparelho parecido com um rádio. Um pouco acima na parede, havia um vidro de uns 30 por 30 cm., cor de palha. Ele apertou um botão, ouvia-se um zunido, e esperando um pouco, tamborilou com os dedos na mesa. De repente , apareceu um rosto de mulher no vidro. Pensei comigo: Ah!… É uma televisão! Mas, para o cúmulo dos cúmulos, a mulher falava sorridente e Acorc (extraterrestre) lhe respondia sorrindo também. Pensei – Estou perdido. Meu bom amigo enlouqueceu. Também não era para menos, falando com um rosto de mulher refletido num vidro. Só poderia estar louco! Conversavam como se estivessem juntos em carne e osso. Era tão cordial e íntima a conversação que para maior desespero meu, achei que ia beija-la no vidro. Fim da conversa desligou o aparelho. Desapareceu o rosto e cessou o zunido…”

A explicação de Acorc referente ao aparelho:

…Veja. Uma vez ligado para-se aqui com a cabeça em frente desta lente. Tal lente assemelhava-se a uma máquina fotográfica. Este aparelho transmite as imagens e este a voz. Com quem se esta falando, dá-se o mesmo. Está entendendo?
Sim começo a entender! Respondeu Artur Berlet.

A Terra vista do Espaço:

A NASA através de uma sonda na superfície de Marte fotografou a Terra e a Lua vista de lá, no momento em que o Continente Americano estava na porção clara; foi a primeira vez que de um outro planeta a Terra foi registrada.
Exatamente há 45 anos atrás Artur Berlet, no Planeta Acart teve o privilégio de olhar a Terra através de uma tecnologia e assim a descreveu no ano de 1958:

Berlet – ”perguntei a Acorc o que é aquilo?

Acorc – Bem. Como lhe direi? Conhece algum telescópio na Terra?
Berlet – Sim, conheço por fotografia.
Acorc – Pois este é um e lá é que vamos.
Berlet – Quando chegamos perto, vi que aquilo estava localizado num monte, mas dos mais altos que eu já tinha visto por lá. Vi que aquilo era tipo funil virado para cima. Tinha mais de 200 metros de altura e a boca era tão grande que quase daria para fazer um campo de futebol.
Acorc – Você gostaria de ver a Terra?
Berlet – Claro que sim, mas como?
Berlet – Entramos na casa ele indicou-me uma cadeira dizendo: sente-se . Sentei. Em seguida ele foi até onde estava o pé daquele funil e começou a olhar numas lentes. Aquela torre enorme começou a se inclinar até ficar mais ou menos a 25% de desnível.
Acorc – Conhece bem num mapa o continente onde mora na Terra?
Berlet – Sim, mais ou menos. O senhor se refere à América do Sul?
Acorc – Sim, isto mesmo.
Berlet – Por que?
Acorc – Olhe aqui (indicou-me um troço que dava bem nas duas vistas) e me diga que continente é este e em que planeta?
Berlet – Eu me coloquei e olhei. Quase larguei um grito. Não é possível? A Terra, a América do Sul; eu via nitidamente os mares e o Continente Sul e parte do centro americano. Eu olhei por vários minutos, pasmado. Parei de olhar para perguntar: como é tão claro e visível ali sobre a América e o resto do globo é escuro? Acorc deu uma gargalhada que me desconsertou um pouco e respondeu: como é que quer? Que seja tudo claro? Não sabe que quando em uma parte é dia na outra é noite?
Berlet – Sim, sei, mas eu pensei que daqui não se notasse a diferença.
Acorc – Como não, é justamente daqui que se nota a diferença!…

Outras Experiências

Nos manuscritos de Artur Berlet, escritos no ano de 1958 em 422 páginas em cadernos, e à lápis, existe o relato de fatos históricos e científicos que foram descobertos ao longo destes 45 anos e fatos que podem ainda ser elucidados. Profeta? Vidente? Ou um verdadeiro caso de sequestro por inteligência de um outro Planeta!

 Os Discos Voadores – Da utopia à realidade. Nesse livro Artur Berlet conta como aconteceu a sua abdução, ocorrida em 14 de Maio de 1958, e a sua visita ao planeta Acart. O interessante é que como os extraterrestres de Acart são muito parecidos como os humanos, Artur Berlet não sabia no início que tinha sido abduzido e que estava em outro planeta. Só descobriu isso depois que um extraterrestre chamado Acorc Cat reveleou que ele estava no planeta Acart. Os Acartianos são bem parecidos com os humanos a única diferença é que eles são mais altos que os humanos.

Como Artur Berlet se comunicava com Acorc Cat? Como Artur Berlet era descendente de alemães ele falava fluentemente alemão e Acorc Cat falava alemão também. No livro Artur Berlet explica como Acorc Cat aprendeu alemão.

No livro Artur Berlet explica detalhadamente como é o planeta Acart, como funciona o seu governo, como é a tecnologia de Acart e como ele foi tratado pelos cidadãos de Acart.

O mais interessante não é o que Artur Berlet revela diretamente no livro, mas o que ele revela indiretamente. Pelos números revelados no seu livro chegamos a conclusão que o planeta Acart se encontra dentro do Sistema Solar, ou seja, o planeta Acart está bem próximo do planeta Terra. Na época pensaram que o planeta Acart seria Marte, mas logo essa idéia foi descartada. Seria então o Planeta Acart na verdade o Planeta Ceres?

A abdução de Artur Berlet é verdadeira ou falsa? Se for falsa então pessoalmente acho que Artur Berlet foi o maior escritor de Ficção Científica de todos os tempos! Superando muito Júlio Verne, o pai da Ficção Científica.

Quem quiser comprar o livro “Os Discos Voadores – Da utopia à realidade” é só entrar em contato com Ana Berlet, filha de Artur Berlet, pelo email fotoana55@hotmail.com (o livro é em versão impressa, não é em versão pdf, não está disponível para download, está disponível apenas para venda).