Devido a áurea misteriosa que a Antártica carrega, junto à ínfima habitabilidade de seu vasto terreno, muitas pessoas especulam, talvez por uma curiosidade inata a todos os humanos, o que ela pode esconder.

Uma das mais famosas teorias da conspiração sobre a Antártica é a suposta pirâmide super maciça e coberta de neve que se esconde à “vista de todos”.

A única “evidência” dos conspiracionistas são imagens do Google Earth, imagens a centenas de quilômetros da superfície, de satélites, que podem enganar qualquer observador. Essas supostas estruturas alegadas, contudo, já foram refutadas por geólogos, que dizem que não são mais do que formações naturais. Agora, uma nova imagem está sendo difundida nas redes. 

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Um suposto rosto enorme se “esconde” sob o deserto de gelo da Antártica, e muitas pessoas começaram questioná-lo, supondo ser de alguma civilização que tenha existido naquele lugar há muito, muito tempo. Mas não uma civilização qualquer.

A imaginação humana é fértil, e a hipótese mais aceita entre os entusiastas é de que seria um rosto alienígena, feito por alienígenas.

O “rosto”, ou a formação geológica (possibilidade evidentemente mais provável), foi esculpido pela natureza ou por alienígenas em uma região remota no sudeste da Antártica, e, de certa forma, se acrescenta à extensa lista de anomalias no continente congelado.

A área onde está localizada o alegado “rosto gigante” tem uma forma estranha, dando a impressão de que tudo o que está abaixo dela tem olhos, nariz e boca.

Pareidolia

Esse fenômeno é chamado de Pareidolia, um efeito estranho que faz nosso cérebro ver formas familiares, estruturas e até mesmo padrões onde eles não existem.

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Muitas imagens da Lua e da superfície de Marte mostram semelhanças a resquícios de civilizações perdidas, alienígenas e bases secretas. Mas a NASA tem descartado isso há muito tempo como sendo Pareidolia.

Há muitos exemplos de pareidolia aqui, na própria Terra, e devido ao fenômeno ser tão frequente, cientistas pensam duas vezes antes de levar a sério alegações de entusiastas sem o devido método científico de inquirir e investigar o fenômeno alegado.