Um tema que já foi discutido em inúmeros fóruns e congressos de ufologia por todo o mundo, e está de volta agora sob uma nova perspectiva analítica, baseada em relatos e testemunhos de pessoas que viveram o trauma dos sintomas e experiências ruins durante o sono, desde sua infância. Estas experiências são narradas com emoção por seus protagonistas e envolvidos, e chegam a se confundir em alguns casos, com visões de terríveis pesadelos, onde o medo e a repulsa mostram-se sentimentos vivos e reais.  Outros descrevem cenas de total paz e tranqüilidade, luz e até sons harmônicos. O que fica caracterizado durante a conversa ou hipnose consentida (realizada e monitorada por especialistas) é que estas pessoas parecem ter vivido experiências muito reais logo após entrarem num estado de sono profundo e no momento de despertar têm uma dificuldade muito grande para acordar, sendo descrita como uma espécie de “paralisia de todos os membros do corpo. Através da pesquisa, em inúmeras ramificações da ufologia, puderam-se reunir fatos mais palpáveis para argumentar que nesta estatística, as pessoas que perceberam que aparentemente algum tipo de “corpo estranho” surgiu em alguma parte de seu corpo, curiosamente passaram por algum tipo de experiência anômala, que a ciência atual insiste em dizer que são características da Paralisia do Sono. Queremos aqui levantar a hipótese de que os sintomas causados por estes possíveis agentes invasores de origem desconhecida se apresentam de maneira diferente dos sintomas da paralisia do sono explicados por especialistas do sono e neurologistas.

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A paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer. Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM (em inglês Rapid Eye Movement ou “movimento rápido dos olhos”) que é a fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações.

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Embora já explicado cientificamente, vamos apresentar agora fatos pela ótica ufológica.

Por uma questão compreensível os protagonistas pediram para manter suas identidades no anonimato. 

Este caso em particular chamou minha atenção por acontecer com quase todos os membros da família.

Localização: São Paulo / Brasil.

Caso: Suposto Implante e Abdução

Os três protagonistas afirmam que “o fenômeno salta de uma pessoa para a outra”.

A – Tem 46 anos – sexo feminino.

B – Tem 70 anos – sexo feminino.

C – Tem 18 anos – sexo masculino.

Eles descrevem suas experiências como sendo repletas de sensações e sintomas desagradáveis. [A] afirma e mostra na região, logo atrás das orelhas (junto ao lóbulo), estranhas saliências, como se fossem pequenos caroços (tamanho de um feijão), que se manifestam, às vezes atrás da orelha esquerda, às vezes na direita, e às vezes nas duas, coçando e aumentando de tamanho, mas também desaparecem. Quando estes “caroçinhos” se manifestam, parece coincidir com os sintomas. Paralisia dos membros, tremor interno, arrepios, “uma sensação muito ruim” conta [A], experimentados tanto a noite como durante o dia no caso de um cochilo. Os “sonhos” lembrados parcialmente por [A] quase sempre tem conexão com “naves extraterrestres e seus tripulantes”. [B] e [C] têm os mesmos sintomas, embora não lembrem de viver experiências com extraterrestres em seus sonhos. Seria este um caso de “abdução” em grupo?  Seriam os sintomas, causados pelos “implantes”, como uma reação neurológica para desligar as “vítimas”? Porque três pessoas diferentes, porém dividindo o mesmo espaço, teriam uma mesma condição de Paralisia do Sono?

Abduzidos relatam escutarem zumbidos estranhos, terem sensação de tempo perdido, de terem sonhos com seres de olhos grandes e negros, salas cheias de luz, naves, discos voadores e curiosamente se sentirem presos ao próprio corpo. Se em tantos casos, de envolvidos em supostas abduções, os sintomas são parecidos e como no caso da família do relato acima, acontecem com mais de um membro da família, surge uma pergunta que não quer calar: Será herança genética esta condição especial? Ou o DNA de alguns tem um “algo a mais” que chama a atenção destes “seres” que observam, monitoram e visitam a Terra, assim como os cientistas ou biólogos humanos, que aplicam sensores em membros de famílias de golfinhos para estudá-las, mesmo a grandes distâncias oceânicas?

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Psicólogos

Essas assustadoras experiências normalmente levam as vítimas a procurar psicólogos, que freqüentemente sugerem a abdução por alienígenas como explicação – imediatamente aceita por eles, segundo o cientista.

O professor McNally chegou a uma explicação racional das abduções por alienígenas, que recebeu o endosso de outros psicólogos em Denver. Para eles, as vítimas adotam uma “receita comum”.

No entanto, o pesquisador ressaltou que muitas pessoas realmente acreditam naquilo que contam.

Em experiências em laboratórios, pedia-se às pessoas que narrassem as suas experiências. A gravação dessas histórias era, então, tocada para eles e suas reações, analisadas.

“Quando um veterano do Vietnã ouve a gravação de suas experiências de combate em um laboratório, seus batimentos cardíacos sobem, e ele sua mais. Se você não sofrer de Distúrbio de Estresse Pós-Trauma, você não reage dessa maneira”, explicou McNally.

“O aumento dos batimentos cardíacos e de transpiração é, no mínimo, tão intenso em abduzidos por alienígenas quanto em pessoas que viveram situações traumáticas genuínas.”