Um dos objetos religiosos mais procurados em toda a história é, sem dúvida, a Arca da Aliança. Esta caixa não guardaria apenas os 10 Mandamentos, mas poderia ser a tecnologia extraterrestre mais avançada do Universo.

A arca foi o guia e protetor dos judeus em sua passagem pelo deserto.
Durante décadas, foi mencionado que a história da Arca da Aliança é apenas um mito. No entanto, a Bíblia é extremamente clara ao mencionar os poderes extraordinários que possui.

Então, o que exatamente é esse objeto misterioso?

Mas, acima de tudo, de onde vêm seus estranhos poderes? De acordo com vários teóricos, eles estão convencidos de que é uma amostra de tecnologia extraterrestre avançada.

A Arca da Aliança: Tecnologia Antiga e Avançada?

Não há dúvida de que a Arca da Aliança é o artefato de maior importância para os judeus. Foi graças a ele que eles derrotaram vários inimigos, e ele também foi o seu guia no caminho para Israel.

Segundo os relatos bíblicos, foi graças a ele que foram capazes de superar vários perigos e obstáculos que surgiram nos anos em que vagaram pelo deserto.

Estamos diante de um artefato que vai muito além da física e da ciência que conhecemos. Por esta razão, os teóricos sugeriram que era alquimia.

A alquimia foi objeto de estudo das maiores mentes da história. Isso foi caracterizado pelo uso de energias etéricas e astrais para obter reações que configuram a matéria em um nível quântico.

A existência de uma energia vital presente em todos os lugares, junto com a capacidade de se transformar em energia positiva ou negativa, de acordo com a polaridade dos efeitos bons ou maus nos diferentes organismos vivos.

Observamos os efeitos da Arca da Aliança, eles poderiam facilmente ser os efeitos secundários dos processos etéricos.


Os perigos de sua manipulação

Ao ser transportado, era totalmente envolto em um material isolante e absolutamente ninguém que o transportava podia tocá-lo ou olhá-lo diretamente. E quando eles acampavam, era abrigado dentro do Tabernáculo.
De todo o poder que foi descrito da arca, o que mais chama a atenção é a maneira seletiva que ela teve de agir e sobre quem ou quem o fez.

Para não ser vítima de sua “raiva”, a pessoa deveria ser considerada uma pessoa elevada espiritualmente, o que significava uma integridade etérica e astral.

Em suma, apenas aqueles com o mais alto treinamento espiritual poderiam acessar a câmara interna onde a Arca da Aliança repousava.
Aqueles que desobedeceram aos desobedientes dados, ou foram espiritualmente impuros, foram feridos de morte ou sofreram de doenças mortais. Apenas os sacerdotes levíticos podiam manipular o artefato sem ser danificado.

Paradeiro desconhecido
O paradeiro da Arca não é conhecido desde pelo menos o ano 587 a.C., quando os babilônios, comandados pelo rei Nabucodonosor, conquistaram Jerusalém e destruíram o Templo, em cujo Santo dos Santos o objeto era abrigado. Surgiram inúmeras lendas: o profeta Jeremias teria escondido a Arca no Monte Nebo, na atual Jordânia; ou o objeto até teria sido levado para a Etiópia por Menelik I, suposto filho do rei Salomão e a soberana etíope conhecida como Rainha de Sabá.

“O que sabemos é que esse tipo de objeto, oriundo dos templos de nações conquistadas, eram levados embora pelos conquistadores”, afirma Reimer. Não dá para saber se, por exemplo, o ouro teria sido reaproveitado pelos babilonios, enquanto a Arca em si teria sido destruída. Reimer sugere cautela sobre o excesso de ceticismo nesse aspecto. “A arqueologia já descobriu indícios de objetos considerados lendários antes. Eu não descartaria que uma bela arca dourada fosse encontrada algum dia.”

Assim, podemos entender que a Arca da Aliança não era um simples dispositivo de alta voltagem, mas um dispositivo demiúrgico que traduzia qualidades astrais e espirituais em manifestações físicas.
A história da arca é considerada um mito por muitos especialistas e historiadores. Porém, a bíblia fala com clareza de suas conquistas: estamos diante de uma tecnologia desconhecida do ser humano atual?

Paradeiro desconhecido

O paradeiro da Arca não é conhecido desde pelo menos o ano 587 a.C., quando os babilônios, comandados pelo rei Nabucodonosor, conquistaram Jerusalém e destruíram o Templo, em cujo Santo dos Santos o objeto era abrigado. Surgiram inúmeras lendas: o profeta Jeremias teria escondido a Arca no Monte Nebo, na atual Jordânia; ou o objeto até teria sido levado para a Etiópia por Menelik I, suposto filho do rei Salomão e a soberana etíope conhecida como Rainha de Sabá. 

“O que sabemos é que esse tipo de objeto, oriundo dos templos de nações conquistadas, eram levados embora pelos conquistadores”, afirma Reimer. Não dá para saber se, por exemplo, o ouro teria sido reaproveitado pelos babilonios, enquanto a Arca em si teria sido destruída. Reimer sugere cautela sobre o excesso de ceticismo nesse aspecto. “A arqueologia já descobriu indícios de objetos considerados lendários antes. Eu não descartaria que uma bela arca dourada fosse encontrada algum dia.”