Na noite do dia 9 de setembro de 1974, um objeto voador não identificado invadiu o espaço da Província de Ibaraki Japão.

Prontamente, um caça F-4 Phantom, pilotado pelo Tenente-coronel Toshio Nakamura acompanhado pelo major Shirō Kubota, decolou da base aérea Hyakuri visando interceptar o objeto.

Logo após a decolagem, o motor número 1 apresentou problemas e eles trataram de retornar à base. Surpreendentemente, a torre de controle emitiu uma mensagem ao Major Shirō Kubota, sugerindo que o problema na aeronave poderia ter sido causado pelo objeto voador não identificado.

Esta mensagem que pegou os dois pilotos de surpresa, foi mais tarde corroborada por várias testemunhas em solo.

O alto comando então, deu a ordem para que mesmo naquelas condições, eles se aproximassem e identificassem o objeto.

Em seguida o F-4 alcançou a altitude de 9 mil metros e o Tenente-coronel Nakamura pôde avistar o que descreveu como sendo um objeto com forma elíptica (ovalado) com cerca de 10 metros de diâmetro e que emitia uma luz alaranjada.

O piloto tentou como pôde se aproximar ainda mais do estranho objeto, mas este sempre se evadia rapidamente até que em um dado momento, o objeto deixou de se esquivar e inesperadamente, investiu contra o caça, que, enquanto Nakamura manobrava a aeronave para evitar a colisão, reportava à torre de controle o que estava acontecendo.

No final da mensagem de Nakamura, o objeto investiu novamente chocando contra o F-4, derrubando a aeronave e seus ocupantes. O piloto, o tenente-coronel Toshio Nakamura de 46 anos na época, morreu no incidente e o major Shirō Kubota apesar de ferido, sobreviveu ao estranho encontro nos céus do Japão.

O caso foi totalmente acobertado pelos militares japoneses na época. Mesmo assim, o caso foi publicado na revista japonesa UFO Report 1978, edição de março de 1978 e só vindo à público em sua totalidade no ano de 2010, através do livro de não ficção “Registro Real – Os pilotos das forças de autodefesa [do Japão] que encontraram e abordaram ovnis”* em tradução livre, de autoria do jornalista Mamoru Sato.