A música pode ser usada em diversas situações da nossa vida, inclusive para o tratamento de pessoas doentes, e é isto o que faz a musicoterapia. Ela se utiliza do som, ritmo, harmonia para reabilitar a saúde mental, física e social de indivíduos ou grupos. Essa atividade é feita por um profissional formado em musicoterapia, o musicoterapeuta. E pode ser aplicada para:

  • promover o bem estar
  • gerenciar estresse
  • aliviar a dor
  • expressar sentimentos
  • melhorar a memória
  • melhorar a comunicação
  • promover a reabilitação física
  • melhorar a socialização
  • melhorar a qualidade de vida

Tudo o que podemos ouvir é gerado por vibrações.

O padrão da maioria das músicas que costumamos ouvir possui uma frequência de de 440Hz. Há estudos que mostram que o “universo” vibra em uma frequência diferente, ou 432 Hz, também chamada de “Lá de Verdi“. Com essa frequência podemos restaurar em nós a harmonia e o bem estar.

Musicalmente falando, todos os instrumentos possuem uma altura musical padronizada como o “lá 440”, que é a frequência utilizada para afinação dos instrumentos que tocamos e conhecemos.

As ondas sonoras alteram características corporais tais como: respiração, batida do coração, transpiração, ondas cerebrais e da resposta neuro-endócrino, equilíbrio corporal, relaxamento da mente e do corpo.

Nikola Tesla, disse que, se queremos conhecer os segredos do universo, você precisa pensar em termos de energia, frequência e vibração. Isto significa que qualquer som que emana a uma certa frequência age de forma positiva ou negativa dentro do nosso corpo.

Músicas ajustadas em 432 Hz parecem estar em perfeita sintonia com o:

  • Coração humano
  • A dupla hélice do DNA
  • Intuição do cérebro
  • A frequência fundamental da ressonância Shumann
  • Geometria musical da “criação”

Tudo isso pode ser proposto com base na ciência Cymatica ou Cimática, que significa “estudos sobre ondas”. De acordo com a Cimática, (proposta pelo Dr. Hans Jenny em 1787) as ondas e vibrações geram formas a partir da mudança de vários meios, como farinha espuma, líquidos e outros materiais. Todo o universo é uma sinfonia de sons e vibrações, por isso, essa ciência estuda as formas produzidas pelas ondas, ou seja, as frequências de vibração, som, eletromagnética, e assim por diante.

Nosso Planeta Terra e nosso cérebro funciona a uma frequência de 7,83 Hz, a qual é responsável pelo equilíbrio da biosfera. Esta frequência de 7,83 ciclos por segundo, é conhecida como ressonância Schumann. Infelizmente a mesma aumentou ao longo dos anos, o que possivelmente está causando problemas de sono em várias pessoas.Mas, como a frequência de 432 Hz se relaciona com a de 7,83 Hz? Para entendermos, será útil que aproximemos a frequência de 7,83 para 8 Hertz.

Na escala musical, Lá possui a frequência de 440Hz, e a nota C (dó) é de cerca de 261,656 Hz. Por outro lado, se tomarmos 8 Hz como nosso ponto de partida e trabalhar acima de cinco oitavas (ou seja, as sete notas da escala cinco vezes), chegamos a uma frequência de 256Hz em cuja escala a nota A tem uma frequência de 432Hz.

De acordo com o princípio harmônico pelo qual qualquer som é produzido – frequências são geradas a partir de múltiplos inteiros dessa frequência, no caso citado, 8 Hz gera um frequência de 432 ciclos por segundo.

Se tem dúvidas, observe este vídeo e entenderá. Vale lembrar que o músico presente no vídeo teve que investigar quais frequências geravam as formas mais interessantes “desejadas” por ele.

Você não precisa pensar em conspiração do tipo “todo este tempo escutei músicas a 440 Hz”. Embora que a frequência musical em 432 Hz é positiva ao nosso corpo, diferente daquela em 440 Hz que é negativa.

A música é em primeiro lugar um evento corporal e também energético. A humanidade atualmente precisa de músicas de qualidades e também em uma frequência que nos faça viver melhor, e quem sabe até mais!

Exemplo de música em 432 Hz.