Por uma década, Joe Davis procura uma maneira de enviar uma mensagem ao espaço.  Mas, diferentemente do que muitos acreditam, o destinatário dessa mensagem não é alienígena.
O objetivo final deste lançamento seria o homem, mas o homem a partir do ano de 1935, graças ao “Swansong”.
Joe Davis e “Swansong”: a mensagem para o passado Swansong é uma transmissão simples do código Morse de uma hora, onde são listadas diferentes catástrofes que a humanidade sofreu até 2011.
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A idéia de Davis é enviá-lo para um Cygnus X-1, um buraco negro a mais de 6.000 anos-luz da Terra para disparar o sinal de sua borda, o que distorceria o tempo no passado e em nossa direção.
Se a comunicação for bem-sucedida, ela poderá ser usada para mudar “a roda do tempo”.

Davis não é um cientista em si, mas está bastante relacionado com este mundo.  Ele é bacharel em Artes Criativas, obtido em 1973 pelo desaparecido Mount Angel College, no Oregon.

No entanto, não ter um diploma relacionado à ciência não limita suas capacidades científicas.  Como estudante, ele foi reconhecido pelo Bell Laboratories Innovation Center por usar seu equipamento a laser para esculpir acrílico, vidro e plástico, levando-o a publicar sua técnica em revistas científicas.

Ele também trabalhou na NASA, no Centro de Estudos Visuais Avançados do MIT e SETI.

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De fato, os últimos anos de sua carreira concentraram-se diretamente no estímulo à criatividade dos cientistas, procurando novas maneiras, sendo, em parte, responsáveis ​​pela criação de novas técnicas científicas.

O nascimento da ideia
No final de 2009, um escritor científico contou a Davis sobre a possibilidade de usar um buraco negro para enviar uma mensagem ao passado.
Foi assim que ele localizou um aparente buraco negro de Kerr na constelação de Cygnus e lá ele descobriu que podia enviar sua mensagem;  um sinal de rádio com código Morse com equipamento de potência suficiente.

A data que ele escolheu foi 1935 porque a partir de então a humanidade conseguiu receber mensagens de rádio.
A mensagem inclui um SOS, apresenta Davis e a explicação começa.  De acordo com o que sabemos, há as datas exatas das mortes do Holocausto, das pandemias do HIV, do terremoto no Japão em 2011, do desastre de Fukushima I e de outros eventos.

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Apesar de tudo planejado, os especialistas acreditam que a possibilidade da mensagem chegar ao destino correto e sem sofrer nenhum tipo de dano durante a viagem é muito baixa.

Davis reconhece que o sinal pode vir muito fraco ou com erros irreparáveis, no entanto, enquanto for bem-sucedido, ele continuará.
Mas há outro problema que preocupa, e essa é a atitude dos humanos ao receber a mensagem.  Eles podem não acreditar no que ouvem, alguns podem usá-lo para seu próprio benefício ou simplesmente ignorá-lo.

É do conhecimento geral que a humanidade como espécie é compassiva, mas, por sua vez, é agressiva.  Portanto, existem muitos fatores que podem influenciar que, mesmo que a mensagem seja recebida, os mesmos erros do passado sejam repetidos ou outros sejam cedidos.

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